quinta-feira, 24 de setembro de 2026
SEGMENTO EM ALTA

PIB da indústria deve crescer em 2024, aponta Confederação Nacional da Indústria

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O setor da indústria foi o que mais cresceu no 4º trimestre em relação ao mesmo período de 2022. (Foto: Bruno Leão/ Sedecti)
A melhoria do segmento este ano se deve, sobretudo, à maior demanda por bens industriais (Foto: Bruno Leão/Sedecti)

De acordo com o Informe Conjuntural do 3º Trimestre, divulgado nesta quinta-feira (10/10) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a projeção de alta do PIB da indústria passou de 2,3% para 3,2%

Ainda de acordo com o Informe, a indústria de transformação deve avançar 2,8% em 2024, recuperando-se da queda de 1,3% no ano passado. A melhoria do segmento este ano se deve, sobretudo, à maior demanda por bens industriais.

A indústria da construção, por sua vez, deve crescer 3,7%, acima do PIB. A maior demanda e os lançamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida ajudam a explicar a projeção positiva para o segmento, segundo a CNI. 

O PIB da indústria extrativa deve crescer 3,1%, enquanto o segmento de eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos deve subir 3%. 

A exemplo do que ocorreu no primeiro semestre, a atividade do setor de serviços tende a se manter elevada no segundo semestre. Deve registrar o maior crescimento entre os setores econômicos em 2024: alta de 3,5%, de acordo com a CNI. 

No caso do PIB da Agropecuária, a CNI projeta queda de 3% em 2024 na comparação com o ano passado. Embora a produção animal tenha se expandido fortemente no primeiro semestre de 2024, o crescimento não compensa o impacto da queda da produção vegetal, afetada pelas adversidades climáticas relacionadas ao El Niño após um 2023 de desempenho muito positivo.

Sobre o Informe Conjuntural

O Informe Conjuntural é um relatório trimestral realizado pela área econômica da CNI a respeito do cenário econômico no qual a indústria brasileira está inserida. O relatório aborda a análise da atividade econômica, emprego, renda, inflação, juros, crédito, política fiscal e setor externo, além de contar com as projeções da CNI para o ano corrente.

*Com informações da assessoria

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