A 3ª Reunião do Grupo de Trabalho de Pesquisa e Inovação do G20, o grupo dos vinte países mais ricos do mundo, marcou a próxima reunião para setembro, em Manaus. Na sessão final dos trabalhos, que foi realizada em Recife (PE), ficou acertada a proposta para a criação de um edital internacional para financiar pesquisas sobre a Amazônia e as florestas tropicais,
- Redução do desmatamento;
- Desenvolvimento sustentável e economia local;
- Ciência para o clima;
- Justiça e governança ambiental.
“O G20 representa 80% da economia global. Os países que estão aqui têm condições privilegiadas de fazer contribuições relevantes em pesquisa e inovação nesses biomas, então estamos agregando aqueles que têm o objetivo comum de produzir conhecimento científico e inovação sobre florestas tropicais”, afirmou o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do MCTI, Carlos Matsumoto.
A proposta é que o edital seja lançado em junho, em evento a ser realizado na Finlândia.
Inclusão e diversidade também na pauta do G20
Os delegados do fórum também avançaram na consolidação de uma Estratégia de Inovação Aberta e de uma Plataforma de Inclusão e Diversidade.
“Nós avançamos em todas as entregas que a Presidência brasileira do G20 estava propondo, entendendo que a inovação aberta e a cooperação são os caminhos que nós temos para superar as grandes questões deste século, como as mudanças climáticas e as pandemias. São produtos concretos que serão entregues aos ministros do G20, para que façam uso dessas informações para as suas ações governamentais de futuro”, disse o chefe da delegação brasileira no GT e secretário substituto de Políticas e Programas Estratégicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Osvaldo Moraes.
Com o tema “Inovação Aberta para um Desenvolvimento Justo e Sustentável”, o encontro reuniu 130 participantes de cerca de 40 delegações, em discussões sobre o papel da cooperação internacional como instrumento para reduzir desigualdades e assimetrias no acesso e produção da ciência, tecnologia e inovação, para garantir o direito ao desenvolvimento e para responder a desafios globais.
Nesse sentido, o GT – que é coordenado pelo MCTI – se debruçou na construção do plano de Inovação Aberta, com a definição de conceitos, estratégias, instrumentos e ações a serem implementadas pelos países, na direção de aprofundar a disseminação, transferência e difusão de conhecimento e tecnologia.
Leia mais: