O ex-prefeito de Amaturá, Joaquim Conrado, teve as contas de campanha eleitoral desaprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O juízo da 22ª Zona Eleitoral impôs o recolhimento de mais de R$ 23 mil ao ex-prefeito.
Joaquim havia contestado a sentença proferida, que reprovou as contas da campanha eleitoral de 2020. No recurso, ele apresentou documentos para justificar a inconsistência detectada, buscando a reforma da sentença para que suas contas fossem aprovadas.
Com base em jurisprudência consolidada da Corte, ficou constatado que o candidato apresentou documentos fora do prazo estabelecido, caracterizando a preclusão, ou seja, a perda do direito de apresentar tais documentos em momento processual adequado.
O ex-prefeito de Amaturá teve o recurso negado com base no Regimento Interno do Tribunal.
Sendo assim, a desaprovação das contas de campanha de Joaquim Francisco da Silva Corado foi mantida, e ele deve permanecer o valor destinado aos cofres públicos.
A reportagem do RealTime1 tentou contatar o ex-prefeito e os advogados responsáveis pelo caso, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.
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