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domingo, 23 de janeiro de 2022

STF dá 48 horas para governo responder sobre vacina em crianças

Decisão Lewandowiski acontece após a aprovação da vacina da Pfizer para crianças pela Anvisa, o que tem rejeição do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e de Bolsonaro.

17 de dezembro de 2021

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Decisão do STF pressiona o governo sobre a vacinação de crianças com imunizante da Pfizer contra a Covid-19 (Foto: Pfizer/Reuters)

O ministro Ricardo Lewandowiski do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta sexta-feira (17), que o governo federal se manifeste em 48 horas sobre a vacinação contra a Covid-19 de crianças entre 5 e 11 anos.

A decisão de Lewandowski acontece após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar, na última quinta-feira (16), o uso da vacina da Pfizer em crianças dessa faixa etária.

“Que o governo federal apresente, em 48 horas, a complementação do Plano Nacional de Vacinação, para incluir as etapas a serem cumpridas para iniciar e concluir a imunização de crianças entre 5 e 11 anos contra a Covid-19, incluindo-se um cronograma que viabilize a cobertura vacinal adequada de toda a população infantil antes da retomada das aulas, bem como a previsão de um dia nacional (Dia D) para a aplicação, ou mesmo a designação de possíveis datas para a realização de grandes mutirões de incentivo e vacinação”, diz Lewandowski na ação.

A decisão coloca pressão sobre o Ministério da Saúde. Também nesta sexta, o titular da pasta Marcelo Queiroga disse que irá realizar uma audiência pública para discutir o tema. “Vamos divulgar um cronograma antes de tomar uma decisão. Queremos discutir esse assunto com a sociedade. Iremos realizar uma audiência pública. O ministério vai fazer uma análise sobre todos os aspectos dessa vacinação”, disse.

Já o presidente Jaír Bolsonaro (PSL) sugeriu divulgar os nomes do corpo técnico da Anvisa que aprovou a aplicação do imunizante da Pfizer em crianças, medida que foi interpretada como ameaça aos servidores.

Com informações da CNN

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