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sexta, 30 de julho de 2021

Depoimento de Marcellus Campêlo pode evidenciar omissões de Bolsonaro

O ex-secretário de Saúde do Amazonas deve ser questionado acerca da crise de oxigênio vivida em janeiro e da imposição do tratamento precoce pelo Ministério da Saúde.

14 de junho de 2021

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O ex-secretário pediu exoneração do cargo, após a deflagração da quarta fase da Operação Sangria (Foto: divulgação/SES-AM)

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 recebe, nesta terça-feira (15), a partir das 9h, o ex-secretário de Saúde do Estado do Amazonas Marcellus Campêlo e o ponto principal desta oitiva deve ser a crise vivenciada em Manaus no mês de janeiro deste ano, devido ao desabastecimento de oxigênio nas unidades hospitalares da capital e do interior.

Além dos fatos relacionados às investigações da PF, Campêlo deve ser questionado sobre a imposição do Ministério da Saúde do tratamento precoce com medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19, durante visita da comitiva ministerial liderada pela secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, a ‘Capitã Cloroquina’.

Os requerimentos que pediram a convocação de Marcellus Campelo foram apresentados pelos senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Marcos Rogério diz que o ex-secretário terá de “esclarecer os fatos no tocante ao colapso da saúde no estado do Amazonas no começo do ano”, ao enfrentamento da pandemia pelo governo federal e à fiscalização da aplicação de recursos federais por estados e municípios no combate à pandemia.

Para Alessandro Vieira, o depoente terá que explicar “todas as circunstâncias relativas ao colapso da saúde na capital amazonense no início do ano, especialmente com relação à falta de oxigênio e à atuação dos gestores públicos para a resolução da crise”. 

Sigilo telefônico

A CPI da Pandemia já aprovou a quebra de sigilos telefônico e telemático de Marcellus Campêlo. A presença do ex-secretário pode ser crucial para indicar as omissões do Governo Federal na pandemia, uma vez que o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC) conseguiu por meio de uma liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) a permissão para não depor à comissão, da qual a CPI vai recorrer.

Com informações da Agência Senado

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