Durante a leitura de um pronunciamento, que durou aproximadamente 15 minutos, o vice-governador Carlos Almeida (sem partido) afirmou que não recebeu qualquer quantia de dinheiro ilegal e que não está envolvido em nenhuma prática ilícita.
A declaração foi dada durante coletiva de imprensa, no Hotel Cristal Tower, bairro Adrianópolis, Zona Centro-sul de Manaus, nesta quinta-feira (28).
Durante a leitura da carta, o vice falou sobre a atuação dele na Casa Civil, bem como na Secretaria de Estado de Saúde e que, em momento algum, solicitou a compra de respiradores.
“Em nenhum momento determinei a qualquer pessoa, servidor público ou não, que atuasse visando direcionamento ou a compra de produtos relacionados à Saúde”, disse.
O vice-governador também disse que nos dias 18,19, 20 e 30 de maio, quando participou de reuniões em um escritório de advocacia, onde a PF aponta suspeitas de que fosse um local em que Carlos negociava propinas, não teve contato com sócios de empresas que prestaram serviços à Saúde.
“Trata-se de um local onde o meu orientador de doutorado, e meu advogado, atende quando está em Manaus, com o qual me encontrei socialmente dos dias 18 a 20 de maio”, explicou.
Pós-coletiva
O vice-governador encerrou o pronunciamento e não falou com a imprensa.
Para impedir o contato das profissionais de imprensa com o vice, a equipe de assessoria de Carlos se posicionou no corredor e, com empurrões e cotoveladas, agrediram as jornalistas Rosiene Chagas e Cynthia Blink.
Leia a Carta na Íntegra:
Reportagem: Izaias Godinho
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