quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Mercado audiovisual quer Câmara de Cultura no Consórcio da Amazônia Legal

A proposta da Câmara de Cultura foi definida durante a 5ª edição do evento que aconteceu nesta terça (29) e quarta-feira (30) dentro da programação do FIINSA 2022.
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Foto: RealTime1

O Matapi – Mercado Audiovisual do Norte quer que o Consórcio de Governadores da Amazônia Legal tenha uma Câmara de Cultura, não somente para representar o audiovisual, mas toda a cultura da região.

Segundo os coordenadores do mercado, “a cultura precisa estar representada, já que é um eixo do imaginário da Amazônia, e não pode deixar de ser representado nesse movimento, de forma institucional também”.

Segundo eles, a dança, o artesanato, as artes plásticas, a música, o teatro, o audiovisual e outras áreas precisam estar nas discussão como atores também nessa luta em proteção da Amazônia”.

A proposta da Câmara de Cultura foi definida durante a 5ª edição do evento que aconteceu nesta terça (29) e quarta-feira (30) dentro da programação do Festival de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis na Amazônia (Fiinsa), realizado no Estúdio 5, e que debateu temas relacionados ao desenvolvimento do audiovisual na Região Norte.

Ao longo dos dois dias, em formato híbrido, a Conferência Matapi discutiu temas como “Vivências em espaços de negociação”, “Identidades e representações amazônicas”, “Políticas públicas de acesso federais e locais” e “Associativismo e as lutas pelo audiovisual”.

Uma carta-proposta com o resultado das discussões será produzida e entregue às autoridades dos poderes federais, estaduais e municipais da Amazônia.

Sobre o Matapi

O Matapi é o primeiro mercado audiovisual do Norte e uma plataforma de articulação que tem como objetivo contribuir na capacitação dos empreendedores para a realidade do mercado audiovisual, estreitar conexões entre as cadeias produtivas e promover a circulação dos produtos feitos no Norte em outras janelas de exibição, gerando parcerias.

Neste ano, o evento contou com o apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, do Fiinsa e da Casa Ninja Amazônia.

Da Redação

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