quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Estruturas de flutuantes são alvo de fiscalização em Manaus

No total, dez flutuantes foram visitados pelo grupo técnico do Ipaam, tendo quatro deles sido notificados por uso indevido dos recursos hídricos e lançamentos de efluentes.
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flutuantes
(Foto: Divulgação/Ipaam)

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) realizou, na última sexta sexta-feira (6), mais uma etapa da operação de fiscalização na região da Bacia do rio Tarumã-Açu, zona oeste de Manaus. A ação, idealizada pela Gerência de Recursos Hídricos (GERH) do Ipaam, teve o objetivo de fiscalizar as estruturas flutuantes locais para averiguação de regularização no tocante à outorga de utilização e lançamento de efluentes aos corpos hídricos dos arredores.

A equipe formada deu continuidade à atividade iniciada na semana passada pelo órgão. No total, dez flutuantes foram visitados pelo grupo técnico do Ipaam, tendo quatro deles sido notificados por uso indevido dos recursos hídricos e lançamentos de efluentes.

De acordo com o analista ambiental e responsável pela ação, Edivaldo Ferreira, as estratégias da operação estão garantindo bons resultados, tendo em vista que as equipes de fiscalização também avaliam os efeitos da atividade humana a cada fim de semana.

“As fiscalizações irão continuar, e para isso estamos estabelecendo novas metas, inclusive junto de outras gerências do Ipaam. Vamos nos reunir para a definição das próximas ações, com o objetivo de unificar as competências para um mesmo propósito, que é a proteção do nosso Tarumã”, afirmou Edivaldo.

A ideia é intensificar ações de fiscalização e orientação, principalmente agora com o início do verão amazônico e a vazante do rio Negro, quando há um aumento no número de banhistas no local.

Visitas recorrentes nos flutuantes

No último sábado (31), a região do Tarumã já havia sido visitada pela equipe da GERH do Ipaam. Os profissionais do Instituto promoveram uma ação de educação ambiental, buscando sensibilizar os proprietários e frequentadores dos balneários flutuantes para a importância da regularização e do envolvimento popular no cuidado desses locais, bem como do reflexo na saúde da comunidade.

Com informações da assessoria

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