Elaborado com o objetivo de reverenciar sua ancestralidade amazônica, há mais de dez anos surgiu no Amazonas um espaço físico que se confundiu com um forte movimento cultural, o Arawak, que inovou não só como uma opção de hospedagem personalizada em meio à floresta, mas também como um polo de manifestações artísticas e culturais sempre embasadas em um forte componente ambiental.
O espaço também ficou conhecido como um endereço referencial de intercâmbio internacional para voluntários de todas as partes do planeta.
Agora o Arawak inova mais uma vez lançando a Casa Arawak ( https://www.casaarawak.com.br/ ), que será inaugurada entre os dias 28 e 29 de janeiro de 2023. O local fica na Praia do Açutuba, no município de Iranduba, região metropolitana de Manaus.
Para isto, as atividades da casa vão propor um olhar contemporâneo estabelecendo essencialmente uma conexão orgânica com a floresta que a envolve.
Neste sentido, a primeira ação da Casa Arawak é literalmente abrir suas portas através do “Wayuri Arawak”, um encontro cultural que reunirá realizadores e público para juntos refletirem, aprenderem e celebrarem em uma fusão interativa entre Arte e Ecologia.
A produção executiva é de Regina de Benguela, produtora cultural referencial de Manaus, atriz, porta estandarte do grupo Maracatu Pedra Encantada.
Em sua primeira edição o evento apresentará uma programação intensa e diversificada com muita música, performances, atividade em permacultura, dança com indígenas da Aldeia Cipiá e duas atividades com fotografia que lançam um Núcleo de Fotografia Socioambiental, um dos projetos iniciais da casa.
O evento também oferecerá uma sessão especialíssima de cocktail bar comandada pelo barman Diego Batista e a inauguração do Bistrô Piracaia que traz o reconhecimento da originalidade e sabores únicos das cozinhas indígena e cabocla interpretadas em pratos assinados pela Chef Eliana Cardoso.
Parte especial da proposta da casa, a valorização e compartilhamento de saberes serão oferecidos em uma agenda permanente de Oficinas, Palestras, Workshops, bem como em práticas educativas relacionadas in loco com o ambiente e seu meio, como Permacultura, Birdwatching e Land Art, além do Núcleo de Fotografia Socioambiental, criando assim, micropontos de convergências com o macrocosmo territorial de entorno, ação que se expande em uma Residência Artística que receberá artistas das mais diversas linguagens, brasileiros e estrangeiros, para desenvolverem trabalhos especiais que vincule suas expressões com a pluralidade amazônica.
Com informações de assessoria
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