O Festival Folclórico de Parintins segue sendo uma incógnita para os moradores da ilha e para os brincantes e torcedores de Caprichoso e Garantido.
Isto porque a publicação de um estudo feito pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), divulgado no início desta semana, atesta que a festa só seria segura se realizada apenas para parintinenses.
Baseada nisso, a Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) deu mais cinco dias para que as associações folclóricas encaminhem estudos técnicos de saúde que atestem a segurança dos brincantes e do público nos dias 6, 7 e 8 de novembro, nova data divulgada pelos bumbás para a disputa deste ano.
“Já foi protocolada a resposta, tanto para a Defensoria, quanto para o Ministério Público”, limitou-se a dizer o presidente do Garantido, Fábio Cardoso.
Já Jender Lobato, presidente do boi Caprichoso, diz que é prematuro atestar algo agora e que acha mais conveniente esperar por uma data-limite para que os órgãos de saúde atestem a viabilidade da festa ou a embarguem.
Uma primeira data em que teriam uma resposta seria final de agosto, visto que a previsão de entrada dos artistas no galpão está agendada para o dia 1º de setembro.
“Não havendo essa autorização, não colocaremos os trabalhadores no galpão e, em consequência disso, não haveria o Festival. Eu vejo, hoje, que qualquer estudo relacionado à realização da festa é muito prematuro porque não temos como ter uma precisão do que vai acontecer no mês de novembro. Todas as previsões que fizeram anteriormente furaram. A OMS errou muito, prejudicou o tratamento, enfim… Tudo isso foram previsões sem precisão”, posicionou-se.
A Amazon Best continua vendendo os ingressos para o Festival de Parintins. Os preços variam entre R$ 200 a R$ 490 por dia.
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