No Brasil, a atividade de garimpo é proibida em apenas dois casos: em Terras Indígenas e em áreas maiores que 50 hectares. Recentemente, a crise humanitária de saúde envolvendo indígenas da etnia Yanomami, em RR, chocou o país. Diante de uma atividade considerada de risco à saúde, é possível torná-la sustentável na Amazônia?
O biólogo e especialista em Ecologia Daniel Santos, em entrevista à TV RealTime1, destacou que a grande maioria dos garimpos não segue os procedimentos legais para funcionamento.
Segundo ele, o garimpo de ouro, o mais comum, além de acarretar problemas como a descaracterização da morfologia original do terreno, a supressão da vegetação e o assoreamento dos cursos d’água, pode gerar rejeitos contendo mercúrio metálico.
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