Amazonino Mendes (Cidadania) ultrapassou Ricardo Nicolau (Solidariedade) e agora é o candidato ao Governo do Amazonas com mais enganjamento no Facebook durante o período de 1º a 12 de setembro.
Ricardo Nicolau aparece na segunda posição, seguido de Eduardo Braga (MDB), Wilson Lima (União Brasil), Carol Braz (PDT) e Henrique Oliveira (Podemos).
No Instagram, Eduardo Braga assumiu a liderança em engajamento (9,1%). Antes, Nair Blair (Agir) era quem liderava o ranking, mas agora aparece em último (0,15%).
Carol Braz, Amazonino Mendes, Wilson Lima, Ricardo Nicolau e Henrique Oliveira, nesta ordem, têm (5,8%), (4,2%), (3,5%), (2,8%) e (0,98%).
Braga segue na liderança em número de posts
Assim como no levantamento anterior (22 a 28 de agosto), Braga se mantém na liderança em número de publicações no Facebook, com 88 posts.
O cenário também permanece o mesmo com o segundo colocado, Wilson Lima, com 48 posts.
Henrique Oliveira, Carol Braz, Ricardo Nicolau e Amazonino Mendes, nesta ordem, têm 33, 31, 30 e 29 posts cada.
No Instagram, Eduardo Braga também lidera com 82 posts, seguido de Wilson Lima (51), Carol Braz (41), Henrique Oliveira (40), Ricardo Nicolau (30), Amazonino Mendes (29) e Nair Blair (7).
Critérios para a análise
Para este levantamento, foram consideradas páginas (perfis comerciais/business) dos candidatos no Facebook e Instagram que possuem conteúdo recente em seus perfis.
Também foram considerados os perfis com 100 curtidas ou mais.
Dessa forma, as métricas dos perfis dos candidatos Israel Tuyuka (Facebook e Instagram) e Nair Blair (Facebook) não aparecem no levantamento.
O levantamento foi feito pelo RealTime1, a partir da plataforma Fanpage Karma, de monitoramento e análise de mídias sociais dos candidatos majoritários.
Sobre a compra de métricas
A respeito da prática de compra de seguidores (fãs), curtidas, comentários, avaliações negativas, avaliações positivas etc., apesar dos vários esforços das mídias sociais no desenvolvimento de tecnologias para coibirem essas ações, é muito possível que esse tipo de comercialização continue ocorrendo com certa frequência.
Além disso, as atuais ferramentas de monitoramento ainda não conseguem distinguir totalmente o que é orgânico e o que é comprado.
Texto: Isac Sharlon