Segundo uma pesquisa realizada pelo Senado, atualmente, 21% dos eleitores no país se dizem de direita, praticamente o dobro dos que afirmam ser de esquerda, 11%.
O maior grupo segue sem se identificar com nenhum dos lados da polarização, tampouco com o centro.
A mais recente edição da pesquisa, realizada em dezembro do ano passado com 5.850 entrevistados pelo Instituto DataSenado, mostra um crescimento dos eleitores “nem de direita, nem de esquerda, nem de centro”.
Esse grupo passou de 50% para 55%, entre o levantamento anterior e o mais recente. Outra questão abordada na pesquisa foi o sistema eleitoral brasileiro, que se tornou alvo preferencial de Bolsonaro.
O resultado demonstra falta de aderência do discurso contestador da segurança das urnas eletrônicas, adotado pelo presidente.