quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Startup Agrega+ desenvolve sistema para automatizar controle da agricultura hidropônica

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André Golveia Belota, gerente agrícola da Agrega+, demonstra o sistema Sistagri com sensores e painéis eletrônicos que controlam variáveis da hidroponia durante evento de inovação em Manaus.
O gerente agrícola da Agrega+, André Golveia Belota, apresenta o Sistagri, sistema desenvolvido pela startup amazonense para automatizar o controle da agricultura hidropônica. A tecnologia monitora pH, condutividade elétrica, temperatura e irrigação em tempo real, com sensores conectados à internet e interface acessível via celular e computador

A startup Agrega+, sediada em Manaus, está desenvolvendo o Sistagri, um sistema inteligente voltado à automação do cultivo hidropônico.

A tecnologia integra sensores e atuadores capazes de controlar variáveis como pH, condutividade elétrica, temperatura, luminosidade e nível da solução nutritiva, oferecendo ao agricultor monitoramento remoto em tempo real.

Segundo o gerente agrícola da empresa, André Gouveia Belota, o sistema permite ao produtor acompanhar o desempenho do cultivo mesmo fora da propriedade.

“O agricultor pode verificar pelo celular se há energia, se as bombas estão funcionando e se há alguma falha na irrigação ou na adubação”, explica Belota.

Sistagri em fase de testes

O Sistagri está em fase de testes com produtores rurais que trabalham com hidroponia nos municípios de Manaus, Manacapuru e Presidente Figueiredo.

De acordo com o sócio-administrativo da startup Agrega+, Dijalma Jacaúna, a etapa inicial envolve cinco agricultores, com expansão prevista para mais de 30 produtores na próxima fase.

“Já recebemos feedbacks sobre a eficiência do sistema e da plataforma web, que pode ser acessada tanto pelo computador quanto pelo celular”, destaca Jacaúna.

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A Agrega+ integra o Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), que fomenta soluções tecnológicas aplicadas à produção agrícola sustentável.

A empresa busca novos investimentos para ampliar a escala do projeto e aprimorar o hardware, especialmente os invólucros dos sensores, adaptando-os às condições climáticas amazônicas de alta umidade e calor.

“Estamos finalizando o ajuste dos componentes eletrônicos e estruturais para garantir durabilidade no campo”, completa Jacaúna.

Com foco no pequeno produtor rural, o Sistagri pretende reduzir perdas e aumentar a eficiência na agricultura hidropônica da região Norte, unindo biotecnologia, automação e conectividade.

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