A Revista Veja destacou o programa Amazonas Meu Lar como um dos exemplos de política habitacional efetivas do Brasil que tem se mostrado efetivo no combate ao déficit habitacional.
Segundo a articulista Renata Firpo, da Coluna Real Estate, da Veja – que trata sobre negócios e tendências do mercado imobiliário, a iniciativa criada pelo governo do Amazonas vem sendo considerada modelo por sua capacidade de reduzir o déficit habitacional e ampliar o acesso de famílias de baixa renda à casa própria.
O programa funciona como um complemento ao valor de entrada no financiamento, como um “cheque estadual” de até R$ 35 mil para ajudar famílias de baixa renda a comprarem o primeiro imóvel. É o segundo maior subsídio para entrada de financiamento habitacional no país.
Com esse subsídio, famílias que não conseguiam juntar o montante inicial conseguem finalmente assinar o contrato do imóvel.
Em parceria com o programa federal Minha Casa, Minha Vida, a medida tem garantido milhares de moradias no estado e fortalecido o setor da construção civil.
Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb), o Amazonas Meu Lar já beneficiou mais de 27 mil famílias em todo o estado.
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Impactos vão além do social
Para Renata Firpo, o impacto não é apenas social. Além de facilitar a compra, os subsídios estaduais também estimulam novos empreendimentos, ampliam a arrecadação e contribuem para transformar o direito à moradia em realidade.
A política habitacional também fortalece a economia local, gera empregos e atrai construtoras para o mercado de imóveis populares.
Além da experiência do Amazonas, a articulista da Veja apresenta ainda outras iniciativas semelhantes, como o Casa Paulista, em São Paulo, e o Casa Fácil Paraná.
Juntos, esses programas já beneficiaram mais de 60 mil famílias desde 2024, segundo a Caixa Econômica Federal.
O modelo prova que subsídios estaduais, quando integrados a políticas federais, têm potencial para acelerar a queda do déficit habitacional, que ainda atinge 5,9 milhões de moradias no país – antes esse déficit era de 6,2 milhões.
*Com informações do artigo de Renata Firpo, na Veja Negócios
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