sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Municípios do AM podem perder R$ 5 milhões da Aldir Blanc se não aderirem até 26 de maio

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A Lei Aldir Blanc 2 prevê repasses anuais de R$ 3 bilhões da União para Estados e municípios (Foto: Reprodução)
A Lei Aldir Blanc 2 prevê repasses anuais de R$ 3 bilhões da União para Estados e municípios (Foto: Reprodução)

Com 53 dos 62 municípios já com plano de ação aprovado, o Amazonas aparece em 9º lugar no ranking nacional de adesão ao ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). A informação é do Escritório do Ministério da Cultura (MinC) no Amazonas, com base em dados atualizados da plataforma Transferegov até às 16h desta quinta-feira (15).

A adesão ao programa federal garante o repasse de recursos para ações culturais nos municípios. O envio do plano de ação é a etapa necessária para que as prefeituras estejam aptas a receber os valores destinados ao setor cultural. O prazo final para adesão termina no dia 26 de maio.

Segundo o levantamento, nove municípios do estado ainda não enviaram seus planos e, por isso, correm o risco de perder os recursos destinados à cultura local:

  • Barcelos
  • Careiro da Várzea
  • Coari
  • Guajará
  • Iranduba
  • Santa Isabel do Rio Negro
  • Silves
  • Tabatinga
  • Urucará

Essas cidades deixam de acessar valores já previstos pela PNAB caso não cumpram o prazo. No Painel de Dados da Política Nacional Aldir Blanc, disponível no site oficial do Ministério da Cultura, é possível conferir os valores individualizados por município. A soma total que o Amazonas pode deixar de receber ultrapassa os R$ 5 milhões, considerando os montantes reservados para as cidades não aderentes.

O escritório do MinC no Amazonas a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, o Conselho Estadual de Cultura e o Fórum Estadual de Gestores de Cultura dos Municípios estão fazendo ações específicas para auxiliar as prefeituras na elaboração de seus planos de ação e consequente adesão ao ciclo 2 da PNAN até o prazo final.

A PNAB prevê recursos que podem ser usados para fomento direto a artistas, grupos culturais e manutenção de espaços culturais, fortalecendo o setor que ainda sente os impactos da pandemia e da queda nos investimentos públicos.

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