Após a morte ou renúncia do papa, inicia-se o período de Sé Vacante, onde a Igreja é administrada pelo Colégio dos Cardeais até que um novo papa seja escolhido.
A eleição ocorre em um processo secreto chamado Conclave, convocado pelo cardeal decano, com participação dos cardeais abaixo de 80 anos.
Durante o Conclave, os cardeais fazem um juramento de sigilo e votam para escolher o novo papa. São necessárias dois terços dos votos para a eleição.
Se não houver consenso, a fumaça que sai da chaminé da Capela Sistina será preta, mas quando um novo papa é eleito, a fumaça será branca.
Após a escolha, o novo papa é questionado sobre aceitar a eleição e, se aceitar, escolhe um nome papal. Ele então recebe as vestes brancas e o “anel do pescador”.
O cardeal protodiácono anuncia a escolha na Praça de São Pedro, proclamando “Habemus Papam!” (Temos um Papa!), e o novo pontífice dá sua primeira bênção Urbi et Orbi.
Atualmente, o papa é Francisco, o 266º pontífice da Igreja Católica. Este processo, mantido por séculos, garante a continuidade da liderança espiritual da Igreja Católica, respeitando a tradição e a sucessão legítima dos papas.
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