A partir de 2025, o transporte escolar fluvial na Amazônia e em outras regiões que dependem de embarcações será reajustado, conforme anunciou o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
A medida, que deve ser oficializada em novembro, busca atender às necessidades específicas das áreas onde o transporte depende de rios, afetadas pela crise climática.
Essa é a primeira vez que o FNDE aplica mudanças exclusivas para determinadas regiões do país.
A decisão está embasada em estudos sobre o “custo Amazônico“, que avalia os desafios e despesas adicionais de operar na região, como a dependência do leito dos rios, que só está disponível em determinados períodos do ano.
“Muitas das vezes, você precisa levar o material enquanto tem leito do rio e o leito depois só vai voltar seis meses depois. Então, imagina, você tem que estar muito ligado”, justificou Fernanda Pacobahyba, presidente do FNDE.
O Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), gerido pelo FNDE, apoia atualmente o transporte de mais de 5 milhões de estudantes, cobrindo gastos com manutenção e serviços dos veículos e embarcações utilizados nas redes públicas de educação básica em áreas rurais.
*Com informações da Agência Brasil
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