Estudantes e professores de universidades de três países europeus compensaram a emissão de gás carbônico de viagens de avião, ao Brasil, realizando o plantio de 173 árvores com apoio da startup amazonense Tree Earth.
O grupo está desenvolvendo projeto com catadores de lixo no Brasil e, desde a última segunda (26), está reunido na Dinamarca para o Egalitarian Waste Summit Copenhagen – ou a Cúpula de Resíduos, em tradução livre -, que segue até esta sexta-feira (30).
No primeiro encontro, ocorrido de 22 a 26 de janeiro, na Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília, o deslocamento aéreo de professores e alunos resultou na emissão de 55 toneladas de carbono na atmosfera. Para compensar a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), foram plantadas 100 árvores em Crisólita (MG) e outras 73 em Manaus.
De acordo com o CEO da startup Tree Earth, Vicente Tino, a compensação é fundamental quando se desenvolve um projeto que tem como base a sustentabilidade.
“A compensação escolhida pela equipe do Egalitarian foi o plantio de árvores, e não o crédito de carbono, o que é uma escolha bem interessante considerando a necessidade cada vez maior de recuperarmos áreas degradas”, explicou.

A Tree Earth
A startup referência em plantios georreferenciados surgiu a partir de um projeto de doutorado na Universidade Uminho.
A filial Europeia da Tree Earth, encontra-se incubada na Universidade do Minho desde 2021. Aprendizado e Parcerias internacionais permitem levar a realidade das florestas do Brasil, principalmente da Amazônia, para outros países da União Europeia.
Entre os parceiros, a startup já conta com plantios em conjunto com o Pacto Global da ONU, o Tribunal de Justiça do Trabalho da 11ª Região (TRT-11), institutos de pesquisa, multinacionais como a Caloi, Samsung, Greif, entre outras, e empresas com força regional, como a Atem.
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