O governador do Amazonas, Wilson Lima, reagiu por meio de nota, à divulgação de uma lista com o nome de deputados que supostamente estariam recebendo propina do governo do Estado.
Wilson tentou explicar e ao mesmo tempo repudiou as acusações. Ele afirmou na nota que as anotações “não contém absolutamente nada que indique quaisquer ilícitos”.
Segundo consta na nota, as anotações são avulsas e sem conexão, que nem de longe indicam atos não republicanos, em que repudia qualquer tentativa de relacioná-las a condutas ilegais e envolver nomes de parlamentares.
“Sendo assim, não há sequer a menção de valores, pagamentos ou quaisquer benefícios de naturezas diversas”, reforça a nota do governo.
A nota
“Wilson Lima repudia tentativa de associá-lo a condutas ilegais
O governador Wilson Lima afirma que anotações, divulgadas pela imprensa como parte de uma operação da Polícia Federal, não contêm absolutamente nada que indique quaisquer ilícitos.
Segundo o governador, são anotações avulsas e sem conexão, que nem de longe indicam atos não republicanos. Desta forma, ele repudia qualquer tentativa de relacioná-las a condutas ilegais e envolver nomes de parlamentares.
Ao contrário do que possa sugerir material divulgado em meios de comunicação, afirmou, não há sequer a menção de valores, pagamentos ou quaisquer benefícios de naturezas diversas.”
A lista
Um programa televisivo afirmou que teve acesso à documentos encontrados no gabinete do governador pela Polícia Federal, durante a operação Sangria. Ainda segundo o noticiário, na planilha encontrada consta uma lista e um percentual de 5% escrito ao lado.
Ainda segundo o programa, numa folha de papel, estariam escritos os nomes Joana, Roberto, Saulo, Bessa, Mayara, Terezinha e Belão, se referindo aos deputados estaduais que compõem a base do governo na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).
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