Aquele que for eleito prefeito de Manaus no pleito de outubro deste ano vai administrar a capital amazonense com R$ 8,5 bilhões em 2025. Este valor está previsto no Plano Plurianual, que indica o planejamento das metas de orçamento da Prefeitura de Manaus para um período de quatro anos.

Está previsão orçamentária contida no PPA é 6,4% menor que a Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada em dezembro do ano passado pelos vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM), que prevê R$ 9,088 bilhões para o orçamento deste ano, já em execução pelo prefeito David Almeida (Avante), que busca a reeleição.

Acontece que tanto a LOA quanto o PPA são apenas previsões de recursos a serem recebidos e captados pelo Executivo municipal. Os recursos entram mês a mês no tesouro municipal, ou seja, a previsão pode não ser cumprida ou até ser superada.
O novo prefeito vai assumir a administração municipal com um orçamento pensado na gestão anterior como foi o caso de David Almeida que assumiu em janeiro 2020 com a peça orçamentária gestada ainda na gestão do ex-prefeito Arthur Neto (sem partido).
A seis meses do pleito municipal realizado em outubro, cinco pré-candidatos já foram confirmados pelos partidos. São eles: o deputado federal Capitão Alberto Neto pelo PL; presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade; Maria do Carmo Seffair, reitora da Centro Universitário Fametro pelo Novo; deputado federal Amom Mandel pela federação PSDB-Cidadania e o deputado estadual Wilker Barreto pelo Mobiliza, ex PMN.
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