quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Prática de atividades físicas pode não ser diferencial para Covid

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Uma pesquisa brasileira recente divulgada no fim de janeiro chama a atenção da população que se exercita com regularidade e acredita estar totalmente protegida da COVID.

A pesquisa não encontrou diferença de desfecho da doença entre os pacientes graves que se exercitam frequentemente ou não. O estudo foi feito com 209 pacientes internados, todos com dificuldade para respirar e índice de saturação de oxigênio menor que 93%. Não houve diferenças no tempo de internação, na necessidade de ventilação mecânica ou de tratamento intensivo.

A conclusão não descarta os benefícios da atividade física, mas em se tratando de COVID, quando o quadro se agrava, outros fatores podem ser mais decisivos.  Por outro lado, um grupo de pesquisadores da FM-USP acompanham 75 jogadores de futebol para saber as possíveis consequências da doença nesses profissionais de alto rendimento.  Eles querem saber por quê a maioria dos atletas profissionais agravam menos, e até passam ilesos, sem sequelas.

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