No dia 5 de janeiro de 2017, o presidente do Brasil à época, Michel Temer (MDB), prometeu a construção de cinco novos presídios federais em um ano. O anúncio veio como resposta a rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim que resultou no massacre de 56 presos em Manaus e chocou o país.
A missão da construção de um presídio federal em cada região do país foi dada a Alexandre de Moraes, ministro da Justiça na época. Cada um custaria entre R$ 40 milhões e R$ 45 milhões.
Dois meses depois, os planos mudaram para apenas três presídios federais, no Norte, Nordeste e um no Sudeste.
Em seguida, estados que tinham interesse em receber os presídios, desistiram. O ministério tentou articular a construção junto ao Congresso, mas sem sucesso.
Sete anos após a promessa não cumprida de Temer, a fuga de dois presos da penitenciária federal em Mossoró, trouxe um novo compromisso. Desta vez, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, determinou a construção de muralhas em todos os presídios federais do país.
Leia na íntegra a matéria na Folha de S.Paulo.

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