Seguindo a mesma linha de pensamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o senador Plínio Valério (PSDB) anunciou, nesta quinta-feira (19), a criação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para a implementação do voto impresso a partir de 2022.
Segundo o parlamentar, a possibilidade do voto ser auditado, vai frear os “criminosos da web” ou mesmo sanar eventuais falhas na totalização de resultados e deseja que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) execute a medida. Plínio afirma que os votos da população não foram respeitados nas urnas.
“O cidadão tem direito de saber que seu voto foi respeitado. Se não querem isso, é porque houve ‘mutreta sim’ (…) Porque não querem que o cidadão saiba em quem votou? Estão com medo de quê?”, indagou o senador em um vídeo nas redes sociais.
Bolsonaro também defende
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu na última quinta-feira (5) a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 135/19, que determina a impressão de uma cédula física após o voto na urna eletrônica, seja em eleições, plebiscitos ou referendos, a fim de permitir posterior auditoria pelas autoridades competentes.
De autoria da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), a proposta está parada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara desde setembro de 2019, aguardando apreciação pelo plenário. A ideia, segundo Bolsonaro, seria aprovar a PEC e colocá-la em prática nas eleições presidenciais de 2022.
Reportagem: Izaías Godinho
Leia Mais: