Em 2021, foi criado o Centro de Documentação e Memória da Amazônia (CDMAM), com o objetivo de reformular o serviço de digitalização e disseminação de acervos. Atualmente, o banco digital conta com mais de 50 mil exemplares para consulta.
O projeto está em andamento desde os anos 2000, quando o Governo do Estado iniciou a digitalização de acervos documentais raros, com foco na Biblioteca Pública do Amazonas e no Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas. Antes disso, versões digitais das obras eram disponibilizadas em CD-ROM.
O acervo digital do CDMAM abrange mais de 4 mil títulos, mais de 50 mil fotografias, mapas, plantas, cartas, manuscritos, fotografias em slides e microfilmes. A maioria dessas obras remonta ao período de 1850 até meados dos anos 1970.
De acordo com o bibliotecário Samuel Souza, que integra a equipe da CDMAM, o site da Biblioteca Virtual do Amazonas foi desenvolvido para democratizar e proporcionar livre acesso à produção digital de documentos digitalizados da Secretaria de Cultura.
“A missão é preservar a memória e o patrimônio cultural da Amazônia, além de disponibilizá-los gratuitamente para a sociedade”, disse o bibliotecário.
Samuel também falou sobre o novo projeto do Governo do Estado que está em andamento.
“Com o objetivo de atualizar as ferramentas desse site, neste ano, está sendo desenvolvido um projeto para a reelaboração deste site, agora denominado Biblioteca da Amazônia: acervos digitais e físicos. Essa nova versão em construção, além de disponibilizar os vastos acervos digitais reunidos ao longo de todos esses anos, também irá oferecer os catálogos dos acervos físicos referentes ao sistema de Bibliotecas Públicas da Secretaria de Cultura e Economia Criativa”, finalizou.
A população pode ter acesso ao acervo solicitando através do e-mail: [email protected] ou consultando no perfil do CDMAM na plataforma ISSUU, no endereço: www.issuu.com/bibliovirtualsec
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