Hoje, no mundo todo, existem cerca de 550 mil animais silvestres que atualmente vivem em cativeiro e são abusados em detrimento da indústria do turismo. Apesar de existirem movimentos contra essa atividade, ela ainda insiste e atrai milhares de pessoas.
Aqui no Amazonas não é diferente. Algumas atrações turísticas praticam atividades como: focagem e captura de jacarés para que os turistas tirem fotos. Preguiças, cobras, pirarucu, entre tantos outros animais silvestres se encontram em situação de cativeiro e maus tratos. Incluindo o boto cor de rosa que é alimentado por vários turistas sem nenhuma supervisão ambiental.
Será que isso um dia vai mudar?
Pois é. Foi pensando nesses animais que sofrem tanto com o contato com os humanos que a Edge Innovations, uma companhia norte-americana que tem uma divisão de efeitos especiais e de bonecos animatronics na Califórnia, projetou o golfinho-robô com pele feita com silicone usado em aplicações médicas. O robô tem a aparência de um animal real. Ele nada em alta velocidade, mas ainda não dá os pulos acrobáticos.
A expectativa da empresa é que os animatronics, hoje usados em filmes de Hollywood possam, no futuro, serem usados como entretenimento em parques temáticos em vez de animais capturados. Com eles, os visitantes poderão nadar em segurança com tubarões brancos, baleias e até mesmo com répteis gigantes da época jurássica.
Os bonecos animatronics podem trazer de volta públicos que deixaram de frequentar parques temáticos que usam animais reais. Cerca de 20 países da Europa já proibiram ou limitaram a presença de animais selvagens em circos, no Brasil, também é proibido.