quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Conheça o 'Plano de 10 Pontos para a Descarbonização do Brasil' até 2026

COMPARTILHE
Crises-Mudancas-Climaticas-1000x550

Muito se tem falado em descarbonização e muitas são as pesquisas e projetos para a redução de emissões de carbono na atmosfera, especialmente de dióxido de carbono (CO2) e conseguir a neutralidade climática através da transição energética.

Em setembro do de 2022, para contribuir com o início da nova gestão federal a partir de 2023, a inciativa Clima e Desenvolvimento, uma articulação para discutir, desenhar e impulsionar a transição para um Brasil de baixo carbono em 2030, lançou o Plano de 10 Pontos para a Descarbonização – Recomendações para o Governo Federal 2023-2026, com potencial de mobilização de investimentos da ordem de R$ 91 bilhões para criar e apoiar 250.000 novos empregos verdes.

O documento, segundo os autores, contém recomendações baseadas em diagnósticos informadas pelas evidências e experiências de sucesso nacionais e internacionais, referenciadas no Acordo de Paris.

Saiba quais são os pontos de descarbonização recomendados:

Ponto 1: Política climática no centro do poder e repassando todo o governo

Ponto 2: Reestruturação do sistema nacional de ambiente

Ponto 3: Novo Plano de Controle do Desmatamento: Preventivo, decisivo e conectado ao urbano e digital

Ponto 4: Implementar política de governança da terra

Ponto 5: Colocar um preço de carbono nas emissões realizadas no território nacional e alavancar investimentos da nossa descarbonização

Ponto 6: Tornar nossas exportações livres de desmatamento e com baixo conteúdo de carbono para proteger comércio, investimentos e competitividade

Ponto 7: Acelerar a transição energética na mobilidade e logística

Ponto 8: Tornar o cidadão o centro das decisões de políticas de energia, com foco em preços e tarifas

Ponto 9: Elaborar o planejamento espacial marinho

Ponto 10: Economia circular e logística reversa

Conectando atores diversos para construir visões, cenários e ações que devem ser tomadas já nesta década, a iniciativa tem a contribuição Instituto Clima e Sociedade (iCS), Instituto Talanoa e Centro Clima da COPPE/UFRJ, membros do Conselho de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Centro Brasil no Clima (CBC), ClimaInfo, Coalização Clima, Florestas e Agricultura, Instituto Alziras, Uma Concertação pela Amazônia, UNEafro e WWF.

A iniciativa recomenda “um compromisso inegociável com a redução imediata das taxas de desmatamento e de fogo em todos os biomas, e com a implementação incansável da meta de redução de emissões em 2025, induzindo investimentos e parcerias estratégicas de curto e longo prazo”.

Leia o Plano na integra:

COMPARTILHE