Instituições do Amazonas e Pará assinaram um termo de cooperação técnica para combater uma praga que ataca cacau e cupuaçu.
A praga chamada monilíase surgiu no Alto Solimões, com risco de se espalhar pelo estado e chegar até o Pará, um dos grandes produtores de cacau do país.
O diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), José Omena, e o diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Jamir Júnior Paraguassu Macedo, assinaram o termo de cooperação.
O objetivo é desenvolver atividades de defesa agropecuária em conjunto, como fiscalização, educação sanitária e vigilância.
Atualmente, a Adaf, sob a coordenação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) desenvolve ações de contenção e erradicação dos focos nos municípios de Tabatinga e Benjamin Constant. O termo de cooperação, que tem vigência de quatro anos.
A preocupação do Pará com a monilíase se deve ao fato de que eventual chegada da praga causaria perdas estimadas em R$ 1 bilhão por ano à economia estadual.
Leia Mais:
Ministro da Agricultura diz que prioridade é o ‘agro sustentável’
‘Brasil pronto para contribuir’, diz ministro da Agricultura em evento na Alemanha