Novas informações mudam o que se sabe sobre a estrela  mais distante?

Observações do James Webb levantam dúvidas sobre Earendel, antes considerada a estrela mais distante do Universo.

Pesquisadores sugerem que ela pode ser um aglomerado estelar, não uma estrela única.

Os dados espectrais lembram os de aglomerados globulares, grupos de estrelas que nasceram juntas.

A descoberta original foi feita pelo Hubble em 2022, usando lente gravitacional para ampliar a luz.

Esse efeito, previsto por Einstein, aumentou o brilho de Earendel em até 4.000 vezes.

Novas análises indicam que o brilho pode vir da luz combinada de várias estrelas.

Microlentes futuras poderão revelar se é uma estrela isolada, um sistema binário ou um aglomerado.

Se confirmado, Earendel mudará a forma como entendemos a formação de estrelas nos primórdios do Universo.