Corante alimentar pode
aumentar o risco de doenças
Um corante presente em alimentos comuns no Brasil pode aumentar o risco de doenças como diabetes tipo 2 e obesidade, segundo novo estudo.
Um corante presente em alimentos comuns no Brasil pode aumentar o risco de doenças como diabetes tipo 2 e obesidade, segundo novo estudo.
Ratos expostos ao corante tiveram alterações hormonais. Os hormônios regulam a digestão, a saciedade e os níveis de açúcar no sangue.
Ratos expostos ao corante tiveram alterações hormonais. Os hormônios regulam a digestão, a saciedade e os níveis de açúcar no sangue.
Os animais mostraram níveis mais altos de glicose e menos células intestinais especializadas. Um cenário ligado à resistência à insulina.
Os animais mostraram níveis mais altos de glicose e menos células intestinais especializadas. Um cenário ligado à resistência à insulina.
O responsável é o dióxido de titânio, usado para dar cor a doces, balas e outros produtos industrializados.
O responsável é o dióxido de titânio, usado para dar cor a doces, balas e outros produtos industrializados.
A União Europeia baniu o corante em 2022 por risco de causar danos ao intestino, ao sistema imunológico e até ao DNA.
A União Europeia baniu o corante em 2022 por risco de causar danos ao intestino, ao sistema imunológico e até ao DNA.
Nos EUA, ele ainda é permitido, mas a empresa Mars anunciou que retirou o corante de produtos como o Skittles.
Nos EUA, ele ainda é permitido, mas a empresa Mars anunciou que retirou o corante de produtos como o
Skittles
.
No Brasil, o dióxido de titânio segue liberado. A substância pode se acumular no corpo por anos, alertam especialistas.
No Brasil, o dióxido de titânio segue liberado. A substância pode se acumular no corpo por anos, alertam especialistas.
O estudo reacende o debate sobre os riscos de aditivos alimentares e a urgência de rever regulações sanitárias.
O estudo reacende o debate sobre os riscos de aditivos alimentares e a urgência de rever regulações sanitárias.