Segundo novas observações astronômicas, a Grande Muralha Hércules-Corona Borealis, maior estrutura cósmica já registrada, pode ser ainda maior do que se imaginava.
Segundo novas observações astronômicas, a Grande Muralha Hércules-Corona Borealis, maior estrutura cósmica já registrada, pode ser ainda maior do que se imaginava.
Localizada entre as constelações de Hércules e Corona Borealis, a muralha reúne milhares de aglomerados de galáxias ligados por matéria escura e gases interestelares.
Localizada entre as constelações de Hércules e Corona Borealis, a muralha reúne milhares de aglomerados de galáxias ligados por matéria escura e gases interestelares.
Sua extensão supera os 10 bilhões de anos-luz — mais de 4.000 vezes a distância entre a Terra e a galáxia Andrômeda, nossa vizinha mais próxima.
Sua extensão supera os 10 bilhões de anos-luz — mais de 4.000 vezes a distância entre a Terra e a galáxia Andrômeda, nossa vizinha mais próxima.
O novo estudo, liderado por Jon Hakkila (Universidade do Alabama), revela que partes da estrutura estão mais próximas da Terra do que se pensava.
O novo estudo, liderado por Jon Hakkila (Universidade do Alabama), revela que partes da estrutura estão mais próximas da Terra do que se pensava.
A descoberta foi possível com dados de Explosões de Raios Gama (GRBs), fenômenos extremamente luminosos visíveis a distâncias cósmicas.
A descoberta foi possível com dados de Explosões de Raios Gama (GRBs), fenômenos extremamente luminosos visíveis a distâncias cósmicas.
As GRBs podem durar segundos ou minutos e se originam de eventos extremos, como o colapso de estrelas ou fusões de estrelas de nêutrons.
As GRBs podem durar segundos ou minutos e se originam de eventos extremos, como o colapso de estrelas ou fusões de estrelas de nêutrons.
Cientistas usaram dados do telescópio Fermi até 2018 para mapear essas explosões e identificar padrões que ampliam os limites conhecidos da muralha.
Cientistas usaram dados do telescópio Fermi até 2018 para mapear essas explosões e identificar padrões que ampliam os limites conhecidos da muralha.
O próximo passo é ampliar as observações com a missão THESEUS, da ESA, que deve ajudar a medir com mais precisão o tamanho dessa colossal estrutura.
O próximo passo é ampliar as observações com a missão THESEUS, da ESA, que deve ajudar a medir com mais precisão o tamanho dessa colossal estrutura.