segunda-feira, 24 de junho de 2024

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ECONOMIA

Vendas para o Natal deste ano devem crescer 6%, segundo CDL Manaus

As vendas para o natal de 2023 devem crescer 6% em relação ao natal do ano passado, resultando em uma receita bruta de R$1.550.000.
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Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Confederação dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL Manaus), 90,25% dos manauaras pretendem comprar presentes de natal este ano contra 9,25% que não vão comprar.

As vendas para o natal de 2023 devem crescer 6% em relação ao natal do ano passado, resultando em uma receita bruta de R$1.550.000. A pesquisa foi realizada no período de 22 a 29 de novembro.

Para a economista Lenice Benevides, esse crescimento nas vendas apresenta uma melhora no mercado de trabalho mostrando uma taxa de desemprego um pouco menor na cidade.

“Esses 6% é mais porque teve uma melhora no mercado de trabalho e os programas sociais dos governos também ajudaram um pouco a perspectiva em função. Há mais gente recebendo programas sociais e tem mais gente no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego em Manaus caiu ao longo desse ano. No primeiro trimestre de 2023 ela estava em 12,8%, no segundo trimestre caiu só um pouquinho, 12,7%, e agora, no terceiro trimestre, está em 12%. Não é o ideal, porque está muito elevada ainda, mas é isso que vai animar os 6% que está na pesquisa de intenção de compras,” explicou.

Contudo, daqueles que não pretendem ir às compras, 38% justificam que estão desempregados, 16% por outros motivos e 12% afirmam está endividado, mas para Benevides, o percentual ainda é baixo quando comparado ao percentual de pessoas que tem a intenção de compras.

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Outro dado apresentado pelo levantamento é que 27% das pessoas querem gastar de R$101 a R$200 e mais da metade delas (59%) quer gastar comprando presentes pros filhos e apenas 22% comprar presentes para si mesmo.

“É até interessante porque as pessoas estão se segurando um pouquinho mais nesse momento que a maioria costuma exagerar, mas devido ao medo de perder o emprego e não ter renda, aumentar o endividamento ou criar mais dívidas, está criando essa responsabilidade das pessoas em relação a gastar menos,” observou a economista.

A pesquisa também mostra que 59% dos entrevistados preferem comprar no centro da cidade; 34% nos shoppings centers; 24% em lojas de bairros e apenas 16% pela internet ou em lojas virtuais. Já quanto a forma de pagamento das compras, os consumidores estão optando por pagar em dinheiro (59%); seguido pelo cartão de débito (25%); pelo PIX e cartão de crédito parcelado, com 21%, respectivamente.

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