quinta-feira, 13 de junho de 2024

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TRANSPARÊNCIA

Saiba quais instituições podem fiscalizar etapas do processo eleitoral

A resolução do TSE prevê a realização de diversos testes, como os de autenticidade dos sistemas eleitorais e de integridade das urnas eletrônicas.
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Teste público de segurança da urna em 2023- (Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE)
Teste público de segurança da urna em 2023- (Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem se empenhado em assegurar a transparência e a segurança do processo eleitoral brasileiro por meio de medidas que envolvem diversas entidades e procedimentos rigorosos de fiscalização.

Partidos políticos, ordens profissionais, órgãos governamentais e entidades da sociedade civil têm sido legitimados a participar ativamente desse processo, com o poder de fiscalizar várias etapas do desenvolvimento e implementação dos programas de computador que compõem o sistema eleitoral do país.

São diversas as entidades fiscalizadoras, legitimadas a participar das etapas do processo de fiscalização do sistema eletrônico de votação:

  • partidos políticos, federações e coligações;
  • Ordem dos Advogados do Brasil;
  • Ministério Público;
  • Congresso Nacional;
  • Controladoria-Geral da União;
  • Polícia Federal;
  • Sociedade Brasileira de Computação;
  • Conselho Federal de Engenharia e Agronomia;
  • Conselho Nacional de Justiça;
  • Conselho Nacional do Ministério Público; e
  • Tribunal de Contas da União.

Também são consideradas instituições aptas a fiscalizar:

  • Confederação Nacional da Indústria, demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas pertencentes ao Sistema S;
  • organizações privadas brasileiras, sem fins lucrativos, com notória atuação em fiscalização e transparência da gestão pública, credenciadas no TSE; e
  • departamentos de tecnologia da informação de universidades também cadastradas na Corte Eleitoral.

O que pode ser fiscalizado?

As diretrizes estabelecidas pelo TSE incluem auditoria, inspeção e fiscalização minuciosas. A auditoria, por exemplo, consiste em um exame sistemático do funcionamento dos softwares para garantir sua conformidade com as normas legais vigentes.

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A resolução do TSE prevê a realização de diversos testes, como os de autenticidade dos sistemas eleitorais e de integridade das urnas eletrônicas. O Teste Público de Segurança da Urna (TPS), por exemplo, é um evento contínuo que busca aprimorar os sistemas eleitorais com a colaboração de especialistas.

A legislação eleitoral também permite que os partidos políticos estabeleçam seus próprios sistemas de fiscalização, apuração e totalização dos resultados, podendo contar com o apoio de empresas de auditoria de sistemas credenciadas na Justiça Eleitoral.

Com essas medidas, o TSE reafirma seu compromisso com a transparência e a segurança do processo eleitoral brasileiro, garantindo a confiança dos eleitores e a integridade da democracia.

Essa abordagem, que busca o envolvimento de diversos atores e a implementação de procedimentos rigorosos, reforça a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro e responde às demandas por transparência e confiabilidade no processo democrático do país.

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