A gasolina do Amazonas é a segunda mais cara do Brasil, conforme ranking da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os dados apontam que entre 01 de janeiro e 04 de novembro deste ano, o preço médio de revenda de gasolina aumentou em quase 30%.
A gasolina aditivada passou de R$ 5,05 para R$ 6,51, registrando aumento de 28.91%. Já o valor da gasolina comum, aumentou ainda mais, indo de R$ 5,01 para R$. 6,48, subindo 29.34%.
O último levantamento da ANP foi realizado entre 29 de outubro e 04 de novembro deste ano.
A gasolina comum no estado do Acre, que lidera o ranking, é 4,17% mais cara que a do Amazonas. Os três estados com valores mais elevados são da região Norte. Confira:
| ESTADO | GASOLINA ADITIVADA | GASOLINA COMUM |
| ACRE | R$ 6,73 | R$ 6,75 |
| AMAZONAS | R$ 6,51 | R$ 6,48 |
| RONDÔNIA | R$ 6,47 | R$ 6,47 |
Preço da gasolina aumentou na Ream
Conforme o levantamento realizado pelo Observatório Social do Petróleo (OSP), o preço da gasolina, adicionando tributos, vendida pela Refinaria da Amazônia (Ream) às distribuidoras, atingiu o pico em janeiro e foi reduzindo no decorrer dos meses, tendo o menor preço registrado no início de julho.


Foi então que, no final de agosto, o preço da gasolina começou a subir novamente, atingindo o ápice no final de outubro, quando estava custando R$4,80.


Os preços sem tributos podem ser consultado no site da Ream em “O que fazemos>Preços às distribuidoras”.
Redução de preço em outubro durou uma semana
Em 12 de outubro, a Refinaria da Amazônia (Ream) reduziu o valor de combustível vendido para as distribuidoras e o preço do litro de gasolina na refinaria caiu de R$ 3,28 para R$ 3,21.
Isso significou a redução do valor da gasolina em 0,50 centavos, fazendo com que o preço do produto fosse cobrado nas bombas a R$ 5,99 por litro.
Mas essa redução durou apenas sete dias. Sem explicações, nem aviso à população manauara, a REAM elevou novamente os preços sete dias depois, o que fez com que os postos retomassem o preço de R$6,49.
O RealTime1 pediu que a Ream explicasse como funciona a política de preços do estado e que medidas estão sendo adotadas para baratear os valores cobrados aos consumidores. Mas até o fechamento desta matéria não houve resposta.

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