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quarta, 26 de janeiro de 2022

Witzel diz que Bolsonaro criou narrativa para culpar governadores por crise

Mesmo tendo um habeas corpus lhe garantindo o direito de não ir a CPI, ex-governador presta depoimento na comissão criticando a falta de apoio do governo federal.

16 de junho de 2021

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Ex-governador do Rio foi cassado por supostos crimes praticados durante o enfrentamento da pandemia no Estado (Foto: Agência Senado)

O ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), disse que o Governo Federal deixou os governadores de estado numa situação fragilizada no início da pandemia quando, segundo ele, tiveram que arcar sozinhos com a adoção de medidas impopulares, com consequências graves na economia.

“Foi uma estratégia pensada. Fui o primeiro governador a decretar o fechamento de um estado e isso teve consequências”, disse Witzel, que foi afastado do cargo após responder a um processo de impeachment na Assembleia carioca.

Witzel reclamou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criou uma narrativa de que governadores destruiriam empregos, pois sabia dos problemas que a pandemia traria para a economia. Ele também revelou que, ano passado, Bolsonaro só reuniu com os governadores duas vezes e, numa das ocasiões, destratou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com “palavras mal educadas”.

O ex-governador presta depoimento neste momento no Senado Federal, tentando se defender das acusações que o tiraram do cargo em abril, no que ele classificou como “tribunal de exceção”.

“Quando teve o mandato de busca e apreensão contra mim, eu disse que seria o primeiro e que outros (governadores) viriam depois. E é isso que estamos vendo”, afirmou.

Wilson Witzel presta depoimento apesar de ter um habeas corpus concedido pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), facultando a ele o direito de não ir a comissão.

Da Redação

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