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quarta, 19 de janeiro de 2022

Viagem de Bolsonaro ao Oriente Médio em novembro custou R$ 3,6 milhões

28 pessoas integraram a comitiva. Outras 24 viajaram em aviões da FAB, como o presidente. A viagem foi para estreitar relações com os países do Golfo Pérsico.

20 de dezembro de 2021

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Bolsonaro esteve no Oriente Médio entre os dias 12 e 18 de novembro deste ano (Foto: Reprodução)

Se rendeu bons frutos ainda é cedo para dizer, mas o que é certo é que a viagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Oriente Médio custou mais de R$ 3,6 milhões aos cofres públicos. A viagem ocorreu entre os dias 12 e 18 de novembro deste ano. Os números foram fornecidos pelo Ministério das Relações Exteriores ao portal Metrópoles, por meio da Lei de Acesso à Informação.

Bolsonaro visitou três países: Emirados Árabes, Bahrein e Catar. De acordo com o Itamaraty, o objetivo da viagem foi fortalecer as relações do Brasil com países da região do Golfo Pérsico, grandes produtores de petróleo que possuem fundos soberanos de investimentos.

Do montante gasto, R$ 1,9 milhão foi destinado às diárias para alimentação e hospedagem e outros R$ 373 mil em passagens para bancar a ida do presidente ao continente asiático, de seguranças do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), de assessores pessoais de Bolsonaro, além da comitiva de ministros e uma equipe de suporte, como intérpretes e auxiliares locais.

Segundo o Itamaraty, 28 pessoas integraram a comitiva presidencial, sendo 18 ligados à Presidência, como ministros, secretários e assessores pessoais de Bolsonaro, e 10 ao Itamaraty. Os gastos da comitiva com diárias somaram R$ 268,3 mil. Já as despesas com passagens foram de R$ 155,2 mil.

Bolsonaro desembarcou em Dubai, capital dos Emirados Árabes, no dia 13 de novembro, e ficou até a manhã do dia 16. Além dos gastos com diárias e passagens, o governo brasileiro desembolsou R$ 1,1 milhão na região. As despesas estão distribuídas da seguinte forma:

  • R$ 879,9 mil em aluguéis de carros;
  • R$ 242,5 mil em salas de escritórios para a equipe de apoio presidencial que prepara eventos;
  • R$ 15,6 mil na contratação de intérpretes;
  • R$ 6,8 mil para a compra de material de escritório; e
  • R$ 2,7 mil na compra de uma trituradora.

Durante agenda nos Emirados Árabes, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com autoridades locais e participou da Expo 2020, exposição mundial realizada periodicamente há mais de um século. Cada edição ocorre numa cidade diferente.

O Bahrein foi o segundo destino da viagem presidencial, Bolsonaro ficou em Manama, capital do país, apenas por um dia. Onde se reuniu com autoridades locais e inaugurou a embaixada do Brasil no Bahrein.Além dos custos com passagens aéreas e hospedagens, foram gastos R$ 115,5 mil. Sendo:

  • R$ 3,7 mil para materiais para escritório;
  • R$ 43,9 mil para aluguel de salas de apoio;
  • R$ 68 mil para o aluguel de veículos; e
  • R$ 80,1 mil para o pagamento de diárias de auxiliares locais.

Em Doha, capital do Catar, o presidente fechou o giro comercial da viagem. Chegou ao país no dia 17 de novembro e retornou ao Brasil na manhã do dia 18

Durante a estadia, também foram desembolsados R$ 54,2 mil com as seguintes despesas:

  • R$ 1,7 mil com material para escritório;
  • R$ 1,5 mil no aluguel de uma trituradora; e
  • R$ 51,1 mil com serviços de interpretação.

Fonte: Portal Metrópoles

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