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quinta, 06 de maio de 2021

‘Sinal amarelo’ de Lira não significa ameaça de impeachment, diz Ramos

Essa e outras notícias na coluna TEMPO REAL do portal RealTime1: Informação com credibilidade sobre política e os últimos acontecimentos do Amazonas.

25 de março de 2021

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O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL) disse ao RealTime1 que a fala dura do presidente da Casa, Arthur Lira (Progressistas-AL), afirmando que acendeu o sinal amarelo contra erros na condução do combate à pandemia, que foi interpretada como um sinal de impeachment à vista, não significa que a carta do impedimento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está na mesa. Segundo o deputado, o discurso do presidente da Câmara é um alerta de que o legislativo não quer ser parceiro de erros que culminaram na morte de 300 mil brasileiros.

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COMITÊ DESACREDITADO

Particularmente, Marcelo Ramos diz que não acredita no pacto firmado pelo presidente Jair Bolsonaro na reunião realizada na manhã desta quarta-feira (25). O encontro contou com a presença dos chefes dos três poderes da República e governadores representantes de todas as regiões do País. O governador Wilson Lima (PSC) foi o representante da região Norte na reunião, que resultou na criação de um Comitê de Combate à Covid-19. O pacto e o comitê já nascem desacreditados, na opinião de Marcelo Ramos.

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‘FREIO DE ARRUMAÇÃO’

O deputado federal Sidney Leite (PSD) faz coro com o colega Marcelo Ramos. Para ele, a fala dura de Arthur Lira sinaliza que não dá para a Câmara ficar passiva diante de tantos erros. É um “freio de arrumação”. O deputado também diz não confiar no comitê criado pelo presidente porque não tem a participação de prefeitos. Segundo Sidney Leite, é o prefeito que está na ponta, que sabe as reais necessidades da população. O deputado também lembra que é o prefeito que coordena e realiza a vacinação.

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JOGO DE CENA

A fala de Arthur Lira, apontando o dedo para os erros do presidente da República não passa de um jogo de cena, na opinião do deputado federal José Ricardo (PT). Para o “homem da Kombi”, trata-se de uma jogada combinada entre Arthur Lira e Jair Bolsonaro. O petista lembra que o centrão, comandado por Lira depende de liberação de emendas e que, neste quesito, vai tudo muito bem entre o grupo e a presidência da República.

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VOTO DE CONFIANÇA

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Roberto Cidade (PV), por sua vez declarou seu voto de confiança na mudança de atitude da presidência da República e na troca no Ministério da Saúde. “Fico feliz em saber que o Governo Federal vai priorizar as vacinas. Quero acreditar que o novo ministro da Saúde irá olhar com carinho para o Amazonas”, disse. Cidade aproveitou para elogiar o ex-ministro Eduardo Pazuello. “Foi Deus que fez ele estar à frente do ministério no momento mais crítico que o Amazonas enfrentou”, afirmou.

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‘MENTIROSO’

O deputado estadual Belarmino Lins (Progressistas) perdeu a paciência na sessão desta quinta-feira (25) com seu colega Wilker Barreto (Podemos) e o chamou, com todas as letras, de mentiroso. Aliado do governo e cansado de ouvir os ataques diários de Wilker à administração do executivo estadual, “Belão” disse que para Wilker “quanto pior melhor”. Para Belarmino, o governador está contribuindo com o seu mandato para solucionar os grandes problemas que afligem o Amazonas, como a pandemia e a enchente. Enquanto isso, Wilker “se atém, de maneira leviana, a veicular matérias que não procedem”, disse.

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JOÃO LUIZ PROTETOR

A vaga de líder do governo na Aleam, deixada pela deputada Joana Darc ao entrar de licença-maternidade, ainda não foi oficialmente preenchida, mas sua bandeira em defesa dos animais continuando sendo empunhada. O deputado estadual João Luiz (Republicanos) utilizou a tribuna para pedir à população que denuncie situações de maus-tratos a animais. Conforme o parlamentar, tem sido cada vez maior o número de casos de negligência e abandono de animais na capital e no interior do Amazonas.

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REJEIÇÃO DE HUCK

Na pesquisa de opinião divulgada nesta quarta-feira (24) pela Perspectiva Mercado e Opinião sobre as eleições para presidente em 2022, um dado chama a atenção: a rejeição do apresentador Luciano Huck. Fora Jair Bolsonaro e Lula, que detém forte polarização e são, portanto, primeiro e segundo lugar, respectivamente, em rejeição, Huck surge como o próximo pré-candidato mais rejeitado pelos amazonenses, com 17,7%.

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