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quarta, 16 de junho de 2021

PT não chega a acordo sobre ‘embarque’ no governo Wilson Lima

Essa e outras notícias na coluna TEMPO REAL do portal RealTime1: Informação com credibilidade sobre política e os últimos acontecimentos do Amazonas.

6 de maio de 2021

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O Partido dos Trabalhadores (PT) do Amazonas havia marcado para às 17h desta quarta-feira (5) uma reunião de sua comitiva estadual na qual o principal item da pauta seria o “posicionamento político do PT Amazonas em relação ao Governo do Estado do Amazonas”. A reunião foi adiada, sem data marcada para ocorrer. Fontes da coluna dentro do PT afirmam que a reunião foi adiada porque duas das principais lideranças da sigla não conseguiram chegar a um acordo sobre o embarque no governo. Sinésio não conseguiu convencer seu aliado, Valdemir Santana, de que o apoio ao governo no momento seria um bom negócio.

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IMPASSE

O encontro, que seria realizado de forma híbrida, foi convocado por meio de ofício enviado aos membros da executiva estadual e assinado pelo deputado estadual e presidente do PT Amazonas, Sinésio Campos, que seria o principal interessado e entusiasta na entrada da legenda no governo Wilson Lima. Dizem as más línguas que seria um bom negócio para Sinésio, mas nem tanto para Valdemir Santana. Diante do impasse, e da resistência interna manifestada dentro do partido, o presidente regional da sigla preferiu recuar.

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BOLSONARO NÃO

A tentativa de Sinésio expôs mais uma vez o racha interno no PT Amazonas. A ala que se opõe a Sinésio e Valdemir, denominada “Democracia Socialista”, se apressou em emitir uma nota intitulada “Bolsonaro no Amazonas não”. Na nota, a ala socialista da legenda reafirma a “posição de enfrentamento e de denúncia ao caráter reacionário, autoritário, violento e genocida” que o PT mantém em relação ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A nota afirma ainda que o atual Governo do Amazonas é aliado do presidente e que, portanto, um apoio do PT seria “inadmissível”.

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MORDE E ASSOPRA

O mesmo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tomou a decisão monocrática que manteve a cassação da chapa do prefeito eleito de Coari, Adail Filho (Progressistas), em outra decisão foi favorável a Adail. Relator do processo, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, negou o pedido da coligação Ficha Limpa para Coari, do candidato Robson Tiradentes (PSC), para que seja realizada, o quanto antes, nova eleição no município. Ou seja, apesar de decidir manter a cassação da chapa de “Adailzinho”, em outra decisão o ministro sustentou que quaisquer eleições suplementares só devem ser realizadas após o trânsito em julgado da matéria.

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À ESPERA DO RECURSO

A espera para a realização de novas eleições se dá justamente porque a decisão monocrática do ministro, um dia antes da questão ser julgada pelo pleno do TSE, permitiu a Adail Filho recorrer da decisão. Se o ministro não tivesse tomado a decisão um dia antes de sua análise pelo pleno, a possibilidade de entrar com recurso diminuiria e as eleições, muito provavelmente, seriam realizadas logo. Agora, Robson Tiradentes terá que aguardar o desfecho do recurso de Adail Filho para tentar, mais uma vez, se tornar o prefeito de Coari.

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‘VASSALAGEM’

O deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) classificou como “ato de vassalagem” a posição do governo brasileiro, alinhado com o governo do ex-presidente americano Donald Trump, contra a quebra de patentes de vacinas. O deputado se referia à decisão do governo de Joe Biden em apoiar a suspensão de direitos de propriedade intelectual sobre as vacinas contra covid-19. Para Serafim, a mudança de posicionamento do governo dos EUA configura “um ato histórico e humanitário, e que vai na contramão da postura de vassalagem do governo Bolsonaro”.

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DISCURSO CLONADO

Numa atitude típica do bolsonarismo, que usa a estratégia de contar uma mentira mil vezes para tentar torna-la verdade, o deputado estadual Delegado Péricles (PSL) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para replicar o discurso que os senadores governistas têm utilizado na CPI da Covid sobre a recusa na compra de vacinas por parte do Governo Federal. Péricles repetiu o argumento de que, à época em que o governo Bolsonaro rejeitou 11 ofertas, as vacinas não existiam e eram apenas uma ideia. Só esqueceu de dizer que os países que firmaram contratos naquela época se posicionaram à frente na fila para o recebimento dos imunizantes.

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QUER SER OUVIDO

O vice-governador Carlos Almeida (sem partido), que havia sumido do cenário político há um ano, ressurgiu ao conceder uma entrevista à Folha de S. Paulo. Almeida afirmou que a tese de imunidade de rebanho em Manaus, defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, foi responsável pelo colapso da saúde na cidade, ao criar o ambiente propício para o desenvolvimento da variante P1 do coronavírus. Na entrevista, o vice-governador chega a se oferecer para ser ouvido pela CPI da Covid no Senado.

NA CONTRAMÃO

📌 NA CONTRAMÃO
O pedido de Carlos Almeida para ser ouvido na CPI vai na contramão da maioria dos políticos, que fogem de uma audiência na CPI, como o diabo foge da cruz. O senador Humberto Costa (PT-PE) já até apresentou um requerimento para que o vice-governador seja ouvido, mas fontes do RealTime1 na CPI da Covid afirmam que ele dificilmente será chamado. Os senadores teriam assuntos mais importantes para tratar e dizem que se ele tem mesmo denúncias a fazer, o vice-governador – que também é defensor público – deve procurar os órgãos competentes, como o Ministério Público e a Polícia Federal.

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‘AUXÍLIO ENCHENTE’

Começa amanhã, no município de Anamã, a distribuição do Cartão Auxílio Estadual, voltado para as vítimas das enchentes nos municípios do Amazonas. O benefício foi anunciado em entrevista coletiva realizada na manhã desta quinta-feira (6) pelo governador do estado, Wilson Lima (PSC). Neste momento, Anamã é a cidade do interior do Amazonas mais afetada pela subida dor rios. De acordo com o governador, o cartão vai garantir um benefício provisório no valor de R$ 300, em parcela única, a aproximadamente 100 mil famílias. Ainda segundo Wilson Lima, o cartão será voltado para aqueles municípios que já decretaram Situação de Emergência.

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