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sábado, 08 de maio de 2021

Promotora dá 15 dias para Estado detalhar plano anti terceira onda

Cláudia Maria Câmara, do MPAM, quer acompanhar quais medidas o Governo do Estado já adotou ou adotará em razão da possível terceira onda prevista para maio.

13 de abril de 2021

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Procedimento pede informações sobre medidas adotadas para prevenir caos no sistema de saúde (Foto: Agência Brasil)

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou Procedimento Administrativo para o acompanhamento das políticas públicas planejadas pelo Governo do Estado do Amazonas para o enfrentamento de uma terceira onda de Covid-19 durante o ano de 2021.

Segundo a Promotora de Justiça Cláudia Maria Câmara, o MPAM acompanhará quais medidas o Governo do Estado já adotou ou adotará em razão dessa possível terceira onda. Vamos acompanhar e verificar se as providências pensadas, as políticas públicas propostas serão efetivadas para evitar o que aconteceu no início do ano, com a crise do oxigênio, ou registros ainda piores por conta da falta de planejamento prévio efetivo. Assim, será possível que o Ministério Público possa adotar medidas extrajudiciais e judiciais cabíveis – caso seja necessário.

Na última sexta-feira (9) foi publicado no diário oficial do órgão a portaria 0002/2021/54PJ com oficio solicitando ao Secretário de Saúde informações sobre quais serão as providências adotadas e qual o plano pensado pelo Governo no enfrentamento da provável nova onda da doença. O prazo determinado para que as informações sejam fornecidas é de 15 dias.

Terceira onda de Covid-19 no Estado

O grupo de pesquisadores, que reúne especialistas em várias áreas e que foram responsáveis por um estudo publicado em agosto de 2020 na revista Nature Medicine, prevendo a segunda onda no Estado do Amazonas quatro meses antes dela acontecer, alerta sobre a caminhada para uma terceira onda de infecções pelo coronavírus e para estabilização do número de mortes considerando o aumento de casos – ocorrendo a partir de maio e se mantendo-se durante o ano.

Todos as medidas devem ser seguidas pela população para o controle do número de casos e mortes, seguindo as ordens do Estado, da Secretária de Saúde e as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Com informações da assessoria

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