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quinta, 23 de setembro de 2021

Pazuelo mentiu sobre o TrateCov na CPI, atesta análise do TCU

Conclusão dos técnicos do TCU desmente argumento apresentado pelo ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello à CPI da Covid de que a plataforma teria sido adulterada por hackers.

31 de julho de 2021

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Pazuello chegou a afirmar que havia registrado o caso na polícia (Foto: Reprodução)

Uma análise dos especialistas do Tribunal de Contas da União (TCU) atesta que o aplicativo TrateCov, desenvolvido pelo Ministério da Saúde e utilizado em Manaus em pacientes com a Covid-19, foi planejado e criado para identificar associação de quaisquer dois sintomas como “Provável diagnóstico” da doença. A informação é do colunista Chico Alves, do UOL.

A conclusão dos técnicos do TCU desmente o argumento apresentado pelo ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello à CPI da Covid de que a plataforma teria sido adulterada por hackers para exibir o diagnóstico de Covid-19 e prescrever medicamentos ineficazes do denominado “tratamento precoce”. Em seu depoimento à investigação do Senado, Pazuello chegou a afirmar que havia registrado o caso na polícia.

“Foi hackeado por um cidadão. Tem uma investigação que chega nesse cidadão, ele foi descoberto, pegou o diagnóstico, alterou dados e colocou na rede pública”, afirmou o ex-ministro em depoimento na CPI.

Os auditores do TCU, no entanto, descartaram a possibilidade de adulteração. Além disso, a investigação concluiu que a simples inserção, por parte dos pacientes, da combuinação de dois provaveis sintomas da Covid-19, como “dor de cabeça e náuseas”, ou “lombalgia e dor em coluna toráxica”, ou ainda “dor de garganta e dor em membros inferiores”, já era suficiente para a o TrateCov indicar sete medicamentos sabiamente ineficazes para o tratamento da doença – Disfosfato de Cloroquina, Hidroxicloroquina, Ivermectina, Azitromicina, Doxiciclina, Sulfato de Zinco e Desametazona.

Além disso, a posologia (dose e frequência de uso) sugerida pelo aplicativo para quatro das medicações (Disfosfato de Cloroquina, Hidroxicloroquina, Azitromicina e Doxiciclina) é sempre a mesma.

A análise feita pelo TCU no aplicativo TrateCov foi uma solicitação feita pelos membros da Comissão Parlamentar de Inquérito.

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