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quinta, 21 de outubro de 2021

“Para ser pátria amada, não pode ser pátria armada”, diz arcebispo

Em pronunciamento durante a missa o arcebispo de Aparecida criticou o atual cenário do Brasil e fez menção à necessidade de discursos apaziguadores.

12 de outubro de 2021

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Arcebispo de Aparecida criticou o atual momento do Brasil e pediu paz em seu discurso (Foto: Reprodução)

O arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, criticou o atual cenário do Brasil e fez menção à necessidade de discursos apaziguadores em meio aos momentos de crise. Sem citar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o religioso disse que “para ser pátria amada, não pode ser pátria armada”. O pronunciamento ocorreu nesta terça-feira (12), na missa pelo Dia de Nossa Senhora Aparecida, na Basílica de Aparecida, em São Paulo.

“Para ser pátria amada seja uma pátria sem ódio. Para ser pátria amada, uma República sem mentira e sem fake news. Pátria amada sem corrupção. E pátria amada com fraternidade. Todos irmãos construindo a grande família brasileira”, disse Dom Orlando Brandes.

O arcebispo fez menção aos indígenas e negros e ressaltou a importância da união entre todos os povos.

“Vou pedir que cada um de nós abrace o Brasil, abrace o nosso povo, a começar pelo povo mais original, vamos abraçar nossos índios, primeiro povo desta Terra de Santa Cruz, vamos abraçar os negros, que logo vieram fazer parte desta terra, vamos abraçar os europeus que aqui chegaram”.

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