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sábado, 29 de janeiro de 2022

Omar prega ‘união’, Plínio destaca ‘guerra entre irmãos’ e Braga pede ‘diálogo’

Senadores do Amazonas se manifestaram sobre os atos realizados por bolsonaristas em apoio ao presidente da República, no feriado da Independência do Brasil, em 7 de Setembro.

8 de setembro de 2021

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Da esquerda para a direita, senadores Omar Aziz, Plínio Valério e Eduardo Braga (Fotos: Divulgação e Reprodução)

Assim como os deputados federais, os senadores pelo Amazonas também se pronunciaram sobre os atos pró-Bolsonaro realizados em Manaus e demais cidade brasileiras no feriado da Independência, 7 de Setembro. Para o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, no Senado Federal, Omar Aziz (PSD), o momento é de se pensar em união.

“Não é o momento de dividir o Brasil. É o momento de nos unirmos e caminharmos em busca da ordem e do progresso do nosso país. Este é o grito de uma nação”, destacou Omar Aziz, lembrando ainda das pessoas que perderam a vida para a Covid-19 no país e/ou sofrem com sequelas deixadas pela doença.

“Quase 600 mil óbitos e incontáveis vítimas de sequelas da Covid-19 em todo o Brasil. Este, sem dúvida, será um dos desafios para todos nós. E deveria estar no centro das discussões atualmente”, enfatizou o senador.

Já o senador tucano, Plínio Valério, disse que tem pessoas achando que entendem as regras do jogo. “Pela impotência de não poderem jogar, essas pessoas plantam conjecturas tentando entrar no jogo. A vida não se resume entre Nós x Eles. Existem os outros”, avaliou o político do PSDB, destacando que em meio à guerra travada por direita x esquerda, existem os desvalidos e necessitados.

“Como cuidar daqueles que precisam de remédio na cabeceira da cama e comida na mesa se insistimos nessa guerra entre irmãos?”, questiona o senador, destacando que “achar que o presidente Bolsonaro é o único errado, é simples demais”.

“Todos erram quando usurpam as prerrogativas dos outros. E o STF [Supremo Tribunal Federal] faz isso todos os dias. E erramos nós, políticos, quando permitimos que isso aconteça”, completou.

Eduardo Braga (MDB) disse que o espírito democrático precisa ser mostrado de forma pacífica e equilibrada mesmo em meio às divergências de opiniões. Para ele, não deve haver radicalismos ou intolerância.

“É preciso buscar soluções. O Brasil real tem fome, tem desemprego e uma desigualdade sem tamanho. E só o diálogo democrático será capaz de apontar caminhos para a reconstrução de uma nação mais desenvolvida e justa”, defendeu o senador.

Texto: Isac Sharlon

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