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sexta, 23 de julho de 2021

Insatisfeito, governo tenta incriminar Renan Calheiros

A Polícia Federal indiciou o senador Renan Calheiros pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro sob a acusação de ter recebido R$ 1 milhão em propina da Odebrech

4 de julho de 2021

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Governo tenta prejudicar trabalhos da CPI. (Foto: Reprodução)

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) avaliou que a Polícia Federal está retaliando o trabalho desenvolvido por ele frente à relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, ao ingressar com ação que o acusa de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal indiciou o senador Renan Calheiros pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro sob a acusação de ter recebido R$ 1 milhão em propina da Odebrecht, em 2012, em troca de apoio de uma resolução que restringia incentivos fiscais a produtos importados que vinham sendo concedidos pelos Estados com o objetivo de beneficiar a Braskem.

Os investigadores apontam que o senador, identificado com o codinome “Justiça” no sistema da Odebrecht, recebeu, por intermédio de um funcionário de seu operador financeiro, o dinheiro no dia 31 de maio de 2012, no bairro Mooca, em São Paulo (SP).

Em nota, o advogado do senador Luís Henrique Machado, informou estar confiante de que a investigação será arquivada por acreditar que as apurações estão baseadas apenas em depoimento de delatores

“Ao final de complexa investigação criminal, verificou-se a existência de elementos probatórios concretos de autoria e materialidade para se atestar a presença de indícios suficientes de que o Senador da República José Renan Vasconcelos Calheiros, no exercício de mandatos sucessivos de Senador da República desde 1995, juntamente com outras pessoas, cometeu o delito de corrupção passiva ao solicitar e receber pagamentos indevidos no montante de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), no dia 31.05.2012, ano em que não foi candidato nas eleições, no contexto da aprovação do Projeto de Resolução do Senado nº 72/2010, convertido na Resolução do Senado Federal nº 13/2012”, escreveu o delegado no relatório.

O inquérito foi aberto pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2017 a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e com base na delação premiada de ex-executivos do grupo Odebrecht.

O relatório foi enviado ao STF na última quinta-feira, 1º.

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