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sexta, 30 de julho de 2021

Governo Federal não atendeu as demandas do Amazonas, diz ex-secretário

Em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito, ex-secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo considerou que socorro a Manaus não foi o adequado e nem o esperado.

15 de junho de 2021

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Crise do oxigênio em Manaus foi um dos temas que dominou a manhã desta terça-feira na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid (Foto: Reprodução)

O ex-secretário de Estado da Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, considerou que o atendimento às demandas do estado no meio da crise de desabastecimento de oxigênio, em janeiro, não foi o adequado e o esperado pelas autoridades sanitárias locais. A afirmação foi uma resposta aos questionamentos do vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que destacou o fato de ter faltado o insumo até no Hospital Universitário Getúlio Vargas, que é administrado pela rede federal.

Randolfe também questionou a revogação do decreto de lockdown após as manifestações que tomaram conta de Manaus no dia 26 de dezembro. O decreto foi revogado e só voltou a valer após uma decisão judicial no dia 6 de janeiro.

Sobre este decreto, Campêlo disse que manifestações de personalidades públicas, como o ex-prefeito de Manaus Arthur Neto (PSDB), serviram para insuflar os manifestantes contra o decreto e colocaram, inclusive, a cidade em risco de convulsão social.

“Houve queima de pneus, as forças de segurança tiveram que agir”, lembrou o ex-secretário estadual.

Neste momento, Randolfe lembrou que parlamentares “bolsonaristas” fizeram a mesma coisa e citou como exemplo falas dos deputados Osmar Terra (MDB-RS), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF), além do próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que já havia criticado, em setembro do ano passado, a recomendação de Arthur Neto para que fosse autorizado o lockdown em Manaus.

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