fbpx

sábado, 08 de maio de 2021

Fechamento de templos: para vereador, decisão do STF ‘rasga a Constituição’

Wallace Oliveira lembrou a decisão do STF que autorizou que estados e municípios proíbam a realização de cultos e missas presenciais durante a pandemia da Covid-19.

12 de abril de 2021

Compartilhe

Vereador de Manaus classificou a decisão da Suprema Corte como "perseguição que não vai passar" (Foto: Reprodução)

O vereador Wallace Oliveira (Pros) criticou, em sessão realizada na manhã desta segunda-feira (12), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), da última quinta-feira (9), que autorizou que estados e municípios proíbam a realização, em templos, de cultos e missas presenciais durante a pandemia da Covid-19.

“Quero dizer, com muita clareza, que a Constituição Federal não pode ser rasgada dessa forma. Foi a Constituição que foi rasgada. Além das leis estaduais e municipais que existem e norteiam o funcionamento de templos religiosos nestes tempos de pandemia”, esbravejou o parlamentar.

Para ele, “se existe um lugar onde os parâmetros do decreto que norteia os procedimentos para o combate à Covid-19 são cumpridos, é dentro dos templos”.

Como justificativa, Wallace lembrou que o atual decreto estadual estabelece o funcionamento de templos com 30% da capacidade, uso de álcool gel e máscara, distanciamento social, aferição de temperatura, intervalos de cinco horas entre cultos.

“Tudo isso cumprido rigorosamente. Totalmente diferente de bares, restaurantes e shoppings, que trabalham com a ocupação a 50%, e não cumprem. Quando todo mundo tem 50% de capacidade de trabalho, a igreja é estabelecida em 30% e cumpre. E agora não pode ser tachada dessa forma, como vetor de propagação da Covid-19. Os cultos agora são vetores de propagação da Covid-19, segundo entendimento de suas excelências no STF”, avaliou.

Perseguição a templos

O vereador finalizou o seu discurso classificando a decisão da Suprema Corte como “perseguição que não vai passar”.

“Esse nível de perseguição não vai passar. Pode vir o que vier, a igreja permanecerá de pé, cumprindo seu papel. Em muitos momentos onde o estado e o município não chegam, a igreja chega”, concluiu.

Reportagem: Lucas Raposo

Leia mais:

Leia mais sobre Política

Codajás recebe quase R$ 400 mil em projetos de crédito rural do Governo

Os valores foram destinados para pesca artesanal (R$301.656,85) e agricultura familiar (R$96.288,00), sendo financiados pela Agência de Fomento do Amazonas (Afeam).

7 de maio de 2021

Pacheco escreve a embaixador chinês e fala em ‘relação construtiva’

O presidente do Senado finaliza a carta convidando Yang Wanming para uma visita à Casa Legislativa assim que as condições pandêmicas tornarem o encontro favorável.

7 de maio de 2021

Auxílio Enchente começa a ser pago em Anamã pelo governador Wilson Lima

Operação Enchente leva ajuda humanitária, água potável e ações nas áreas social, de saúde e de fomento aos municípios em Situação de Emergência.

7 de maio de 2021

Gasolina do Cotão dos 24 deputados estaduais enche 300 tanques

No período em que a presença física nas sessões é facultativa, dois dos 24 deputados consumiram gasolina suficiente para ir e voltar sete vezes a Boca do Acre.

7 de maio de 2021

Carlos Almeida não deve ser ouvido pela CPI da Covid no Senado

Essa e outras notícias na coluna TEMPO REAL do portal RealTime1: Informação com credibilidade sobre política e os últimos acontecimentos do Amazonas.

7 de maio de 2021

Vereadores gastam R$ 272 mil com assessoria e divulgação

O vereador campeão nesse gasto foi Ivo Neto (Patriota), que utilizou R$ 19.800 nessas atividades. No entanto, assessoria não evitou que ele apresentasse um projeto repetido.

7 de maio de 2021

Não vai ter ‘pizza’: para 38% dos brasileiros, CPI atingirá objetivos

Segundo levantamento EXAME/IDEIA, 38% acreditam que a CPI vai apontar culpados pelas falhas no combate à pandemia, aumentar o ritmo da vacinação e a elevar valor do auxílio.

7 de maio de 2021

Mourão diz que Pazuello foi ‘risco’ à Saúde e o quer em ‘traje civil’ na CPI

Para o vice-presidente, decisão em colocar o general Pazuello à frente do Ministério foi um risco e que ser general 'da ativa ou reserva' não o impede de ir ao Senado depor.

7 de maio de 2021