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sábado, 08 de maio de 2021

Ex-gestor da Petrobras é condenado a 30 anos de prisão por corrupção

Renato Duque era o único réu nesta ação, ligada a 23ª fase da Lava Jato, que foi desmembrada do processo principal, encerrado em 2017, com a condenação de João Santana.

26 de abril de 2021

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Ele foi condenado a prisão em regime fechado por corrupção passiva (Foto: Agência Brasil)

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque foi condenado nesta segunda-feira (26) a 30 anos de prisão em regime fechado por corrupção passiva. 

O juiz Luiz Antonio Bonat, da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, responsável pela operação Lava Jato, determinou reparação mínima de danos de US$ 12 milhões. Esta é a 13ª condenação de Duque derivada da operação.

O valor representa a propina repassada a Duque em contratos do Grupo Keppel Fels com a estatal. Ele também terá que pagar 629 dias-multa (cada um vale cinco salários mínimos, no valor correspondente a fevereiro de 2012).

“A prática dos crimes de corrupção envolveu o pagamento a agentes da Petrobras, a agentes da Sete Brasil e ao Partido dos Trabalhadores, com intermediação de João Vaccari Neto, de valores milionários, sendo US$ 12 milhões em propinas para o próprio Renato Duque, o que representa um montante muito expressivo”, disse o juiz.

Duque era o único réu nesta ação, ligada a 23ª fase da Lava Jato, que foi desmembrada do processo principal, encerrado em 2017, com a condenação do marqueteiro João Santana, da mulher dele e mais quatro pessoas.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o total pago em propina em contratos com o estaleiro Keppel Fels foi de US$ 30 milhões. Os contratos foram estabelecidos para a realização das plataformas P-51, P-52, P-56 e P-58.

A empresa também tinha contratos com a Sete Brasil, criada para operar o pré-sal e tem a Petrobras entre as acionistas. Nos contratos para construção de sondas entre a empresa e a Sete Brasil a propina chegou a US$ 185 milhões.

Com informações do Poder 360

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