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terça, 07 de dezembro de 2021

Ex-chefe da PF no Amazonas ironiza viagem do diretor-geral da corporação

"Muito prazer, meu nome é otário", escreveu o delegado Alexandre Saraiva ao comentar que o diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, levou o irmão numa viagem oficial à Tunísia.

8 de novembro de 2021

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Ex-superintendente da Polícia Federal no Amazonas, Alexandre Saraiva perdeu o cargo após denunciar o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (Foto: Reprodução)

O ex-superintendente da Polícia Federal (PF) no Amazonas Alexandre Saraiva segue batendo forte no governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Deslocado para uma delegacia de Volta Redonda (RJ) desde quando acusou o o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de advocacia administrativa e obstrução de justiça durante operação de apreensão de madeira ilegal no Pará, Alexandre disparou, nesta segunda-feira (8), contra o Diretor-Geral da corporação, Paulo Maiurino.

Alexandre Saraiva ironizou, em suas redes sociais, a notícia de que Maiurino levou o irmão, o também delegado federal Fábio Henrique, para uma viagem de uma semana à Tunísia, com tudo pago pela corporação. Fábio Henrique não ocupa função ligada aos objetivos da viagem segundo Saraiva.

No post, o ex-superintendente da PF no Amazonas escreveu: “Enquanto isso o trouxa aqui responde a procedimentos disciplinares por dar entrevistas sobre a destruição da floresta amazônica. Um verso da música ‘Dom Quixote dos Engenheiros do Hawai vem a calhar: “Muito prazer, meu nome é otário”, escreveu Saraiva.

Antes da acusação ao ex-ministro do Meio Ambiente, Alexandre Saraiva era considerado um bolsonarista raiz, tendo inclusive participado por duas vezes das lives de quinta-feira, ocasiões em que o presidente tem a companhia de seus mais fiéis aliados.

Texto: Gerson Severo Dantas

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