fbpx

segunda, 18 de janeiro de 2021

Deputados ameaçam entrar com representação contra Joana Darc

Deputados querem que Joana Darc apresente provas de que receberam R$ 200 mil para eleger Roberto Cidade (PV) o novo presidente da Assembleia Legislativa.

9 de dezembro de 2020

Compartilhe

Joana disse que Roberto Cidade teria oferecido R$ 200 mil para que os deputados votassem nele para presidir a Aleam.(Foto: Divulgação)

Os deputados estaduais que votaram a favor da eleição de Roberto Cidade (PV) para presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) disseram que vão entrar com uma representação contra a deputada Joana Darc no Conselho de Ética da Assembleia.

Durante o pequeno expediente desta quarta-feira (9), os deputados pediram provas acerca da acusação de Joana Darc de que o deputado Roberto Cidade teria oferecido R$ 200 mil para que os deputados votassem nele para presidir a Assembleia.

A deputada estadual Therezinha Ruiz (PSDB) afirmou que não houve negociações para que ela votasse a favor de Roberto Cidade e cobrou da casa a apuração dos fatos.

“Nunca ninguém me ofendeu tão profundamente como a colega Joana o fez. Eu até disse ‘você não pode falar aquilo que você não prova’. Mentir em uma tribuna e prejudicar os colegas provoca aqueles que não gostam de confusão e de desfechos jurídicos”, disse.

Credibilidade fragilizada

O deputado Adjuto Afonso (PDT), que foi eleito como 3º vice-presidente, disse que a declaração de Joana Darc fragiliza a credibilidade dos parlamentares diante da população e afirmou que também vai ingressar com uma ação no conselho de ética contra a deputada.

“Ela precisa se retratar e se não o fizer, essa Casa tem por obrigação de acionar os mecanismos, senão vamos ficar mais manchados do que já somos como deputados estaduais”, disse.

Acusados pedem respeito

O deputado estadual Felipe Souza (Patriota) pediu para que Joana Darc “o respeitasse como homem, parlamentar e pai de família”.

“Não tenho nada que desonre a minha conduta. Irei lhe interpelar judicialmente e irei lhe representar no conselho de ética desta casa. A senhora vai ter que provar o que disse”, disparou.

Reportagem: Izaías Godinho

Leia Mais:

Veja mais notícias

Vacinação contra Covid-19 começa na quarta-feira, anuncia Pazuello

Segundo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, serão inicialmente 3 milhões de pessoas a serem vacinadas, com duas doses cada uma, totalizando 6 milhões de doses da CoronaVac.

17 de janeiro de 2021

Pressionado por Dória, Pazuello promete enviar vacinas nesta segunda

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou nesta domingo (17) que o Governo Federal irá enviar lotes da CoronaVac aos estados a partir das 7h da manhã desta segunda-feira.

17 de janeiro de 2021

Amazonas vai receber doses, mas população continuará sem vacinas

Aprovação para o uso emergencial, tanto da CoronaVac, que será enviada ao estado, quanto da vacina de Oxford, permite a imunização apenas de grupos prioritários.

17 de janeiro de 2021

Transferência para tratamento em outros estados traz esperança

A medida é alternativa para melhorar o fluxo nos hospitais e garantir atendimento ao maior número de pessoas.

17 de janeiro de 2021

São Paulo inicia imunização após aprovação de vacinas pela Anvisa

Enfermeira paulista Mônica Calazans foi a primeira pessoa a ser imunizada contra a Covid-19 no Brasil. Ela atua na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo

17 de janeiro de 2021

Quando os amazonenses serão vacinados? Talvez no dia D, na Hora H

Secretarias de saúde do estado e do município estão de mãos atadas e aguardam informações do Governo Federal, que tem criado falsas expectativas na população.

17 de janeiro de 2021

Brasília recebe 15 pacientes com covid-19 procedentes de Manaus

Com o colapso do sistema de saúde na capital Manaus, amazonenses com covid-19 estão sendo transferidos para outros estados. Piauí e Maranhão também receberam pacientes.

17 de janeiro de 2021

Toque de recolher e demais restrições são prorrogados até 31 de janeiro

O cenário crítico do Amazonas em relação à pandemia da Covid-19 obrigou o Governo a prorrogar as medidas de enfrentamento, como a suspensão de serviços não essenciais.

17 de janeiro de 2021