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quinta, 21 de outubro de 2021

CPI da Covid ouve o empresário Danilo Trento nesta quinta-feira

Danilo Trento é sócio da empresa Primarcial Holding e Participações, com sede em São Paulo e no mesmo endereço da empresa Primares, cujo sócio é Francisco Maximiano.

23 de setembro de 2021

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CPI quer esclarecer a participação de Danilo Trento na venda suspeita de vacinas Covaxin pela Precisa Medicamentos (Foto: Reprodução)

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 ouve, nesta quinta-feira (23), o empresário Danilo Trento. A pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a comissão tomará o depoimento para  esclarecer, entre outros fatos, qual o grau de envolvimento dele com Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, empresa que representou a indiana Bharat Biotech, fabricante da Covaxin, no contrato para compra dos imunizantes pelo Ministério da Saúde.

Trento comparecerá à comissão protegido por um habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso na noite desta quarta-feira (22). Conforme Randolfe Rodrigues, Danilo Trento é sócio da empresa Primarcial Holding e Participações, com sede em São Paulo e no mesmo endereço da empresa Primares Holding e Participações, cujo sócio é Francisco Maximiano.

“Recebemos também informações de que Danilo e Maximiano viajaram juntos à Índia para as negociações em torno dos testes de Covid e da vacina Covaxin”, explicou em seu requerimento o parlamentar. 

Alguns senadores acreditam ainda que Danilo Trento tenha relações comerciais com o suposto dono da FIB Bank, Marcos Tolentino. A FIB Bank foi a empresa escolhida pela Precisa para oferecer garantia no contrato de compra da vacina. Apesar do nome, não se trata de um banco e, pelas investigações, a instituição não teria condições mínimas de arcar com a garantia oferecida. 

A intenção do Ministério da Saúde era comprar 20 milhões de doses da Covaxin do laboratório indiano Bharat Biotech, mas em 29 de julho o contrato foi definitivamente cancelado, após as denúncias de irregularidades apresentadas à CPI pelo deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) e seu irmão Luís Ricardo, que é funcionário do Ministério da Saúde. Com isso, o pagamento não chegou a ser efetivado pelo governo. 

Texto: Gerson Severo Dantas, com informações da Agência Senado

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