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domingo, 16 de maio de 2021

Bolsonaro dá posse a seis ministros, mas governo segue o mesmo

Luiz Eduardo Ramos, Walter Braga Neto, Flávia Arruda, André Mendonça, Anderson Torres e Carlos Alberto França foram escalados após reforma ministerial da semana passada

6 de abril de 2021

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Líder no Congresso, o deputado Ricardo Barros, Hamilton Mourão, Bolsonaro, Luiz Eduardo Ramos e Braga Neto, em cerimônia de posse nesta terça-feira

O presidente Jair Bolsonaro deu posse, nesta terça-feira (6) a seis novos ministros, em cerimônias reservadas no Palácio do Planalto. Na semana passada, Bolsonaro fez uma reforma ministerial que incluiu trocas nos comandos da Casa Civil e na Secretaria de Governo, ambas ligadas à Presidência da República, dos ministérios da Justiça e Segurança Pública (MJSP), das Relações Exteriores e da Defesa e também da Advocacia-Geral da União (AGU).

A Casa Civil passou a ser comandada pelo general Luiz Eduardo Ramos, em substituição ao também general Walter Braga Netto. Ramos, que até então ocupava a Secretaria de Governo, foi substituído pela deputada federal Flávia Arruda (PL-DF). Já Braga Netto foi deslocado para o comando do Ministério da Defesa no lugar do general Fernando Azevedo e Silva, que deixou o cargo.

Walter Braga Netto destacou que é uma honra ocupar o novo cargo e que a Defesa dará continuidade à missão prioritária, neste momento, de ações para o combate à covid-19 e vacinação da população.

Na Advocacia Geral da União (AGU), André Mendonça retornou ao posto deixando o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ele entrou no lugar de José Levi, que também anunciou sua saída na semana passada. Mendonça voltou a ocupar o mesmo cargo em que esteve até abril de 2020, quando substituiu o ex-ministro Sergio Moro no comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública. No lugar de André, assumiu o delegado da Polícia Federal Anderson Gustavo Torres, que atuava como secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.

O diplomata Carlos Alberto França, que era assessor especial de Bolsonaro, assumiu o Ministério das Relações Exteriores. De acordo com ele, Bolsonaro o instruiu a enfrentar as urgências na área da saúde, economia e desenvolvimento sustentável. No combate à pandemia de covid-19, o ministro disse que as missões diplomáticas e os consulados do Brasil no exterior estarão engajados em “uma verdadeira diplomacia da saúde”, buscando as vacinas e remédios disponíveis junto a governos e farmacêuticas.

Texto: Agência Brasil

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